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Ash vs. Evil Dead: horror, humor e rock'n'roll numa série irresistivelmente divertida

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Postado em 25 de janeiro de 2016

Em 1981, jovens entusiastas de cine (d)e horror lançaram produção de baixo orçamento que reviraria estômagos, praticamente inauguraria um sub-sub-gênero, catapultaria o diretor Sam Raimi ao superestrelato dirigindo filmes "sérios" i.e. de grande orçamento para Hollywood e criaria um ator/personagem ícone, Bruce Campbell interpretando o Ash Williams.

Uma Noite Alucinante: a Morte do Demônio, como traduzido no Brasil, circulou no underground por anos, juntando público cult fiel, que se entusiasmava com o festival de meleca exagerada e temperada com humor, tudo de gosto muito duvidoso. The Evil Dead inaugurou as comédias de horror e é uma das poucas franquias onde o terror não é aguado pelo humor.

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Jovens vão passar fim de semana numa decrépita cabana isolada na floresta. Lá acham o Necronomicon Ex-Mortis, livro sumeriano encadernado em pele humana e escrito em sangue, que desperta demônios ao ser lido. Não demora para a carnificina começar. The Evil Dead não é legal apenas porque inovou o horror, mas em aspectos técnicos e narrativos Raimi esbanja criatividade e hormônios jovens a mil.

Se você não conhece o original, vale muito; aproveita que tem em português no Youtube.

2 sequências e uma refilmagem não mataram a sede de sangue e pus dos fãs. Segundo Campbell, esses o tem infernizado há anos por mais Ash, mais Evil Dead. Na noite do último Halloween, o canal estadunidense Starz começou a saciar essa síndrome de abstinência com os 10 capítulos de meia hora de Ash vs. Evil Dead, que tiveram o envolvimento de todo mundo do original e a adição de delícias trash como a neozelandesa Lucy Lawless, de fama mundial pelo papel-título na série Xena, Princesa Guerreira.

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Praticamente unanimidade entre críticos, os elogios foram merecidos: Ash vs. Evil Dead é deleite do começo ao fim; não há falhas. Roteiro e produção não mexem com a mitologia original; tudo é como na franquia The Evil Dead. A trilha sonora é basicamente de rock setentista para reforçar que Ash não caminhou no tempo (veja lista de canções no fim da matéria); o carro é vintage (nome hip pra lata-velha); as armas que usa são iguais e o ritmo é a alucinante sucessão de demônios aparecendo, Ash picotando-os com sua serra elétrica, fazendo algum gracejo e bora lá pro próximo diabo.

Bem à moda Ash, ele estupidamente conjura os habitantes das profundas e a diversão começa. Em época de inclusão televisiva, ele tem 2 ajudantes; um latino e uma judia e envolve-se com uma policial negra. Mas, Ash é herói, mas não exemplo, então não tema diluição no gore e no humor (auto-)depreciativo. Ao arrombar uma porta, ele solta pra companheira: "se quiser, posso te arrombar também". Grande Ash babaca que tanto amamos!

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Um dos segredos de The Evil Dead e, consequentemente, da série, é o exagero, que tinge tudo de humor e irrealidade. Os jorros de sangue na fuça do espectador e dos personagens acabam sendo quase engraçados e a insuportabilidade ashiana rende boas risadas e permite certa identificação pós-moderna com o herói – liberado da necessidade de ser apolíneo – no sentido que qualquer zé-ruela pode ser um.

Antes mesmo da estreia, o Starz já renovara Ash vs. Evil Dead pruma 2ª temporada, iupi!

Confira a lista de canções de Ash vs. Evil Dead:

"Space Truckin' (1997 Remix)" - Deep Purple
"End Of The Line" - Frijid Pink
"Journey to the Center of the Mind" - Amboy Dukes
"Highway Star (1997 Remix)" - Deep Purple
"Knife-Edge" - Emerson, Lake & Palmer
"Loose" - The Stooges
"Midnight Rider" - The Allman Brothers Band
"Here I Go Again" - Whitesnake
"Free Your Mind and Your Ass Will Follow" - Funkadelic
"Down by the Water" - PJ Harvey
"Is It My Body" - Alice Cooper
"Stranglehold" - Ted Nugent
"Be My Lover" - Alice Cooper
"All My Ex's Live in Texas" - Whitey Shafer
"Freakin' Out" - Death
"Renegade" - Styx
"Time Has Come Today" - Bootsy Collins
"The Two of Us Together" - Don Gibson and Sue Thompson
"Just the Two of Us" - Bill Withers
"I Could Write a Book" - Dinah Washington
"End Of The Line" - Frijid Pink
"No More Mr. Nice Guy" - Alice Cooper
"Back in Black" - AC/DC

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Sobre Roberto Rillo Bíscaro

Roberto Rillo Bíscaro é professor universitário e edita o Blog do Albino Incoerente desde 2009.
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