Regis Tadeu: os 40 anos de "2112" ainda pulsam...

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Por Bruce William, Fonte: Regis Tadeu, Tradução
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Em matéria publicada no Yahoo!, Regis Tadeu fala sobre os quarenta anos de lançamento do clássico "2112", do Rush, confira o texto completo no link a seguir. Mais abaixo alguns trechos.

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https://br.noticias.yahoo.com/os-40-anos-de-2112-ainda-pulsa...

É difícil dimensionar a importância que um determinado álbum terá nas décadas subsequentes ao seu lançamento. Muito menos quando o trabalho em questão era o chamado "disco de vida ou morte" para uma banda...

Todo roqueiro nos anos 70 já era familiarizado com o tipo de sonoridade e excelência na execução técnica que Geddy Lee, Alex Lifeson e, principalmente, Neil Peart eram capazes de proporcionar. Ainda não haviam atingido o estágio de quase unanimidade que teriam nos anos seguintes, mas estavam muito perto.

Foi então que no início de agosto de 1975, as inúmeras lojas de discos no Brasil receberam exemplares do então novo álbum da banda. A capa era simples, feia até. Na contracapa, tudo piorava ainda mais: uma foto horrenda do trio, com todos vestindo quimonos ridículos e fisionomias meio afeminadas. Um teste de ferro para quem já era preconceituoso naquele tempo. Menos para quem já tinha sido conquistado pelo hard rock 'ledzepeliniano' do primeiro disco, Rush (1974) e pela mistureba pesada e quase progressiva de Fly by Night e Caress of Steel (ambos lançados em 1975). Sim, estamos falando de tempos em que uma banda se dava ao luxo - ou tinha a necessidade - de lançar dois álbuns em um mesmo ano. Para os padrões atuais, isso é incrível, não?

Quando a agulha tocava o vinil por todo lado A, éramos levados a uma viagem interestelar sem volta a uma espécie de união de planetas comandada por uma tal de "Estrela Vermelha da Federação Solar", cujos líderes eram uns "sacerdotes do Templo de Syrinx" e que eram combatidos por um guerreiro anônimo. Era uma obra conceitual, mas como não tinha internet naquele tempo, muito menos acesso fácil a revistas importadas, ficávamos boiando o tempo. O que importava mesmo era o som. E que som!




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