Sonic Taboo: Álbum de estreia traz influências do Motociclismo e Skateboard

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Mateus Rister, Press-Release
Enviar Correções  

Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.

Paulo Cassio é um guitarrista gaúcho que há anos reside em Nova York (EUA). O músico é conhecido por ser membro fundador da ROSA TATTOOADA, banda com quem lançou três discos nos anos 90 (1990; 1992 e 1994) e influenciou uma geração de músicos a fazerem Hard Rock no Brasil. Já em Nova York, comandou por muito tempo as guitarras da JUNGLE JUNKIES, com quem lançou um álbum em 2016.

Black Sabbath: os vocalistas misteriosos da banda

Vanusa e Black Sabbath: a notável coincidência nos riffs

Agora, Paulo Cassio está à frente do SONIC TABOO, um poderoso power trio instrumental influenciado pela cultura do motociclismo e do skateboard. O grupo acaba de lançar seu álbum de estreia e Paulo nos concedeu a entrevista que pode ser conferida abaixo:

Mateus Rister: Como foi a gravação e produção do álbum?

Paulo Cassio: Antes de tudo, muito obrigado por sempre dar apoio aos músicos e bandas do underground!

O álbum foi gravado e produzido pelo nosso batera, Andre Deko, aqui em Nova York. Usamos o showroom da D’Angelico NYC guitars para timbragem das guitarras e baixos, um lugar do caralho, com muitas opções de amplificadores.

Foi mixado e masterizado em Londres, por Thiago Trosso, no Brothers Room Audio Recordings.

Tudo feito no início deste ano.

Mateus Rister: Quem fez a arte da capa?

Paulo Cassio: A arte da capa foi feito pelo genial artista Matt Wilkins. Sigo ele há um bom tempo, seus trabalhos são incríveis e ele tem trabalhado com gente de peso, como BLACK BARRY SMOKE, LARA COX, THE HIVES, WAYLON JANNINGS, etc.

Mateus Rister: Fale sobre os músicos que te acompanham, Andre Deko (baterista) e Fernando Menechelli (baixista) e como foi a evolução do projeto de duo para um power trio.

Paulo Cassio: Conheci o Andre Deko em 2017, trocamos ideias e resolvemos marcar um ensaio para fazer um som, sem muita pretensão. Três horas depois já tínhamos cinco músicas prontas, algumas inclusive estão no álbum! Andre, além de um monstro na batera também é um excelente produtor.

O Fernando eu conheci alguns anos antes, mas este ano nos reencontramos. Falei que tinha um projeto e que estávamos procurando um baixista, marcamos ensaio e a química rolou forte. Com a entrada dele realmente viramos uma banda. Ele toca para caralho e influenciou muito no som da banda. Compomos músicas novas, rearranjamos algumas antigas e caímos no circuito de shows aqui em Nova York. Daí resolvemos gravar o álbum no início desde ano, já que estávamos com quinze músicas prontas.

Mateus Rister: Como foi o contato com o selo Fuzzy Cracklins para o lançamento e distribuição do disco?

Paulo Cassio: Quando finalizamos o álbum, enviei para alguns selos. A Fuzzy Cracklins, da Califórnia, recebeu e no mesmo dia nos convidou pra fazer parte do seu casting. Tem sido muito legal trabalhar com eles, fizemos uma prensagem em CD e deu sold out em cinco dias, deve ter mais uma prensagem de CD, provavelmente a última. Estamos planejando lançar em cassete e para setembro em vinil. Somos muito fãs dos formatos fisicos, mas claro que nosso álbum também pode ser encontrado em todas as plataformas digitais.

Mateus Rister: O que muda para você, como guitarrista, compor um disco instrumental? Muda a forma de compor um riff, escolher os andamentos e timbres?

Paulo Cassio: A forma de compor não mudou muito, geralmente a ideia começa com um riff, mas como não tem vocais mudamos mais nos arranjos, para não ficar muito repetitivo. Em vez de 4×4, damos umas piradas, reduzimos alguns compassos.

Mateus Rister: Como estão as atividades da banda em meio a pandemia?

Paulo Cassio: Bom agora estamos divulgando o álbum pela internet. Por enquanto não sabemos quando os shows vão rolar de novo, infelizmente. Também vamos fazer uma live em breve. O momento é complicado, mas ao menos podemos divulgar nas redes sociais, mas não vemos a hora de voltar aos palcos. Estamos trabalhando em quatro videoclipes, um deles, para a música "Black Chopper", já está disponível.

Mateus Rister: Sei que é difícil, mas shows no Brasil é algo que pode ser realidade?

Paulo Cassio: Com certeza o Brasil está na mira, assim que tudo voltar ao normal, vamos agendar shows, e o Brasil e uma das nossas prioridades!

Mateus Rister: Fale do teu sentimento em lançar esse disco e deixa uma mensagem para quem acompanha teu trabalho.

Paulo Cassio: Queria de novo agradecer a força que tu sempre dá para as bandas. Para mim, este álbum é muito importante, marca o início de uma nova fase na minha vida. Tive a sorte de encontrar dois grandes músicos e fizemos um ótimo trabalho, aos meus amigos que seguem e admiram minhas bandas anteriores (ROSA TATTOADA e JUNGLE JUNKIES) quando tiverem um tempinho deem uma sacada no álbum SONIC TABOO, que está uma paulada!!!

Rock on and be safe!!!

Contatos:
https://www.facebook.com/SONIC-TABOO-294472971364509/



Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Black Sabbath: os vocalistas misteriosos da bandaBlack Sabbath
Os vocalistas misteriosos da banda

Vanusa e Black Sabbath: a notável coincidência nos riffsVanusa e Black Sabbath
A notável coincidência nos riffs


Sobre Mateus Rister

Jornalista, assessor de comunicação/imprensa e músico. Apaixonado por Rock And Roll, cinema e contracultura. Dono do blog insanityrecords.com.br e incentivador de cenário musical autoral.

Mais matérias de Mateus Rister no Whiplash.Net.

adWhipDin adWhipDin adWhipDin adWhipDin