Sonic Taboo: Álbum de estreia traz influências do Motociclismo e Skateboard
Por Mateus Rister
Postado em 19 de junho de 2020
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
Paulo Cassio é um guitarrista gaúcho que há anos reside em Nova York (EUA). O músico é conhecido por ser membro fundador da ROSA TATTOOADA, banda com quem lançou três discos nos anos 90 (1990; 1992 e 1994) e influenciou uma geração de músicos a fazerem Hard Rock no Brasil. Já em Nova York, comandou por muito tempo as guitarras da JUNGLE JUNKIES, com quem lançou um álbum em 2016.
Agora, Paulo Cassio está à frente do SONIC TABOO, um poderoso power trio instrumental influenciado pela cultura do motociclismo e do skateboard. O grupo acaba de lançar seu álbum de estreia e Paulo nos concedeu a entrevista que pode ser conferida abaixo:
Mateus Rister: Como foi a gravação e produção do álbum?
Paulo Cassio: Antes de tudo, muito obrigado por sempre dar apoio aos músicos e bandas do underground!
O álbum foi gravado e produzido pelo nosso batera, Andre Deko, aqui em Nova York. Usamos o showroom da D’Angelico NYC guitars para timbragem das guitarras e baixos, um lugar do caralho, com muitas opções de amplificadores.
Foi mixado e masterizado em Londres, por Thiago Trosso, no Brothers Room Audio Recordings.
Tudo feito no início deste ano.
Mateus Rister: Quem fez a arte da capa?
Paulo Cassio: A arte da capa foi feito pelo genial artista Matt Wilkins. Sigo ele há um bom tempo, seus trabalhos são incríveis e ele tem trabalhado com gente de peso, como BLACK BARRY SMOKE, LARA COX, THE HIVES, WAYLON JANNINGS, etc.
Mateus Rister: Fale sobre os músicos que te acompanham, Andre Deko (baterista) e Fernando Menechelli (baixista) e como foi a evolução do projeto de duo para um power trio.
Paulo Cassio: Conheci o Andre Deko em 2017, trocamos ideias e resolvemos marcar um ensaio para fazer um som, sem muita pretensão. Três horas depois já tínhamos cinco músicas prontas, algumas inclusive estão no álbum! Andre, além de um monstro na batera também é um excelente produtor.
O Fernando eu conheci alguns anos antes, mas este ano nos reencontramos. Falei que tinha um projeto e que estávamos procurando um baixista, marcamos ensaio e a química rolou forte. Com a entrada dele realmente viramos uma banda. Ele toca para caralho e influenciou muito no som da banda. Compomos músicas novas, rearranjamos algumas antigas e caímos no circuito de shows aqui em Nova York. Daí resolvemos gravar o álbum no início desde ano, já que estávamos com quinze músicas prontas.
Mateus Rister: Como foi o contato com o selo Fuzzy Cracklins para o lançamento e distribuição do disco?
Paulo Cassio: Quando finalizamos o álbum, enviei para alguns selos. A Fuzzy Cracklins, da Califórnia, recebeu e no mesmo dia nos convidou pra fazer parte do seu casting. Tem sido muito legal trabalhar com eles, fizemos uma prensagem em CD e deu sold out em cinco dias, deve ter mais uma prensagem de CD, provavelmente a última. Estamos planejando lançar em cassete e para setembro em vinil. Somos muito fãs dos formatos fisicos, mas claro que nosso álbum também pode ser encontrado em todas as plataformas digitais.
Mateus Rister: O que muda para você, como guitarrista, compor um disco instrumental? Muda a forma de compor um riff, escolher os andamentos e timbres?
Paulo Cassio: A forma de compor não mudou muito, geralmente a ideia começa com um riff, mas como não tem vocais mudamos mais nos arranjos, para não ficar muito repetitivo. Em vez de 4×4, damos umas piradas, reduzimos alguns compassos.
Mateus Rister: Como estão as atividades da banda em meio a pandemia?
Paulo Cassio: Bom agora estamos divulgando o álbum pela internet. Por enquanto não sabemos quando os shows vão rolar de novo, infelizmente. Também vamos fazer uma live em breve. O momento é complicado, mas ao menos podemos divulgar nas redes sociais, mas não vemos a hora de voltar aos palcos. Estamos trabalhando em quatro videoclipes, um deles, para a música "Black Chopper", já está disponível.
Mateus Rister: Sei que é difícil, mas shows no Brasil é algo que pode ser realidade?
Paulo Cassio: Com certeza o Brasil está na mira, assim que tudo voltar ao normal, vamos agendar shows, e o Brasil e uma das nossas prioridades!
Mateus Rister: Fale do teu sentimento em lançar esse disco e deixa uma mensagem para quem acompanha teu trabalho.
Paulo Cassio: Queria de novo agradecer a força que tu sempre dá para as bandas. Para mim, este álbum é muito importante, marca o início de uma nova fase na minha vida. Tive a sorte de encontrar dois grandes músicos e fizemos um ótimo trabalho, aos meus amigos que seguem e admiram minhas bandas anteriores (ROSA TATTOADA e JUNGLE JUNKIES) quando tiverem um tempinho deem uma sacada no álbum SONIC TABOO, que está uma paulada!!!
Rock on and be safe!!!
Contatos:
https://www.facebook.com/SONIC-TABOO-294472971364509/
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O hit da Legião Urbana que Nando Reis queria ter escrito: "Cara, como nunca dei bola?"
O supergrupo que tinha tudo pra estourar num nível Led Zeppelin, mas foi sabotado pela gravadora
A canção que, para Bono, traz "tudo o que você precisa saber sobre música"
A melhor música de "The X Factor", do Iron Maiden, segundo o Loudwire
As 10 maiores bandas da história do power metal, segundo o Loudwire
The Troops of Doom une forças a músicos de Testament e Jota Quest em versão de "God of Thunder"
A melhor música de "Countdown to Extinction", do Megadeth, segundo o Loudwire
ShamAngra celebrará 30 anos do álbum "Holy Land" com 18 shows pelo Brasil
A música do Led Zeppelin que Robert Plant diz "definir" Jimmy Page
Gary Holt comenta sobriedade e apoio de Rob Halford: "troquei a cerveja por biscoitos"
Alissa White-Gluz lança clipe de "Checkmate", novo single do projeto Blue Medusa
A atitude dos Titãs que fez Fernando Gabeira se levantar e ir embora de um show
As duas bandas consagradas que Robert Plant detonou: "Que porcaria rimada é essa?
O clássico do Pink Floyd que David Gilmour não toca mais por ser "violento demais"
Novo disco do Exodus conta com participação de Peter Tägtgren, do Hypocrisy
O músico favorito de Syd Barrett; "Aquilo era tudo o que eu queria fazer quando criança"
A canção do Pearl Jam que fala sobre a fragilidade da vida e foi inspirada em Pink Floyd
A banda de rock "honesta e sem firula" que ainda consegue impressionar, segundo Omelete


O que significa "O Verme Passeia na Lua Cheia" do Secos e Molhados
Max Cavalera: "Deveríamos ter demitido aqueles dois e mantido o nome"
Guitarristas: Os 10 maiores dos anos 80 segundo a revista Fuzz
Pela 1ª vez, Aquiles Priester conta em detalhes como e por que foi demitido do Angra
Paul Di Anno: Qual a opinião dele sobre os vocais de Bruce Dickinson?
O hit do Pink Floyd que foi última canção escrita por Roger Waters e David Gilmour juntos



