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Motörhead: a curiosa opinião de Lemmy sobre o hit "Ace of Spades"

Por Igor Miranda
Em 28/10/20

A música "Ace of Spades", lançada no álbum de mesmo título, em 1980, é o maior sucesso da carreira do Motörhead. Foi o único single do grupo a conquistar certificação de ouro no Reino Unido, pelas 400 mil cópias vendidas, além de abrir o disco de maior êxito comercial dos caras, que também obteve o "atestado dourado" da BPI (British Recorded Music Industry).

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O vocalista e baixista Lemmy Kilmister, falecido em 2015, tinha consciência do impacto de "Ace of Spades", de acordo com o baterista Mikkey Dee. O músico revelou o que Lemmy pensava sobre a música em entrevista ao podcast de Mitch Lafon, com transcrição do Ultimate Guitar.

"Lemmy costumava dizer: 'pelo menos fizemos uma ótima música que vai permanecer pelo resto da carreira'. Entende? Há muitas músicas que ficam famosas com uma música m*rda na base e precisam tocá-la sempre. 'Ace of Spades' é clássica, assim como o álbum", revelou o baterista.

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Ainda durante o bate-papo, Mikkey Dee revelou sua impressão inicial ao escutar o disco "Ace of Spades". "Lembro que quando ouvi pela primeira vez, pensei: 'uau, o que é isso?'. Não posso dizer que fui fisgado, mas aquilo abria como uma lata de minhocas. Você nunca ouviu algo daquela forma antes. Com aquela atitude e tudo o mais, era algo muito novo e diferente", afirmou.

Dee também revelou que, ao entrar para o Motörhead, em 1992, tinha a opção de imitar seu antecessor, o saudoso Phil "Philthy Animal" Taylor, ou imprimir um estilo próprio. Ele seguiu pelo segundo caminho.

"Eu poderia ser uma cópia do Taylor, ou um substituto dele, ou me colocar no Motörhead. Claro, fiz a segunda escolha. Fui um pouco arrogante e falei que iria mudar a música, o estilo, e sei que algumas pessoas não gostaram, mas a maioria curtiu. Fui aceito rapidamente na banda. As pessoas sabiam que Taylor não estava funcionando ali, havia problemas com a forma dele tocar", declarou.

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O baterista fez elogios a Phil Taylor, que, para ele, era "um cara divertido, um grande baterista e um sujeito rock and roll". "Porém, no fim, ele acabou se perdendo um pouco o interesse na bateria. O mesmo fenômeno ocorreu com nosso outro guitarrista, Würzel, que não gostava de estar em uma banda. O resultado é que você não tocará tão bem. Não dá para permanecer na estrada. Se a banda permancesse com Phil e com Eddie Clarke (guitarrista), teria acabado muitos, muitos anos atrás", disse.

A entrevista pode ser ouvida na íntegra, em inglês e sem legendas, no player de vídeo a seguir.

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Sobre Igor Miranda

Jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com pós-graduação em Jornalismo Digital pela Universidade Estácio de Sá. Começou a escrever sobre música em 2007 e, algum tempo depois, foi cofundador do site Van do Halen. Colabora com o Whiplash.Net desde 2010. Atualmente, é editor-chefe da Petaxxon Comunicação, que gerencia o portal Cifras, Ei Nerd e outros. Mantém um site próprio 100% dedicado à música. Nas redes: @igormirandasite no Twitter, Instagram e Facebook.

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