A opinião de Mike Portnoy sobre John Lennon - nos Beatles e solo
Por André Garcia
Postado em 21 de agosto de 2022
Embora tenha durado poucos anos, os Beatles deixaram como legado alguns dos maiores álbuns de todos os tempos, e várias das mais populares composições do século. Mesmo com o passar das gerações, até hoje é possível ver sua influência nos mais diversos estilos e gêneros musicais — até mesmo o prog metal.
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Prova disso é o lendário ex-baterista do Dream Theater Mike Portnoy ser um fã de carteirinha dos Fab Four, especialmente John Lennon:
"Minha fase preferida de John [Lennon] é 66/67", revelou ele, conforme publicado pela Brave Words. "Se você pegar 'Tomorrow Never Knows', 'I Am The Walrus', 'Strawberry Fields [Forever]', 'Lucy In The Sky With Diamonds' e 'Being For The Benefit Of Mr. Kite', essas cinco músicas são absolutas obras de arte sonoras. 'Tomorrow Never Knows' foi a primeira música realmente viajante e experimental, a partir dali vieram 'Strawberry Fields [Forever]', '[I am the] Walrus' e 'Lucy [in the Sky with Diamonds]', todas elas uma aula de técnicas de gravação, e experimentações sonoras e líricas. Então aquela sequência foi a minha favorita."
"Depois daquela época veio coisas como 'Happiness Is A Warm Gun', que é ótima. Eu amo até mesmo "Dig a Pony", do 'Let it Be', e 'Across the Universe. E por aí vai. Eu amo os dois primeiros discos pós-Beatles dele: 'Plastic Ono Band' e 'Imagine'. Os dois para mim são obras-primas."
"'Plastic Ono Band' abre com 'Mother', tão tocante; e fecha com 'God'. A letra de 'God' é inacreditável, e tão corajosa. Que 'f*da-se' para os fãs dos Beatles. Só mesmo John poderia se safar com algo tão cínico e amargo assim — dizer em seu primeiro disco solo: 'Eu não acredito nos Beatles, eu só acredito em mim.' Requer tanta coragem fazer algo como aquilo!"
"Aí então veio o álgum 'Imagine'. Eu amei as duas músicas realmente detestáveis e rancorosas daquele disco, que foram 'How Do You Sleep?', que detonava Paul McCartney, e 'Gimme Some Truth'. Eu me amarro na bateria naquelas músicas também. Alan White, que tocaria com o Yes, toca naquele álbum, e já havia tocado no 'Live Peace in Toronto', de 1969."
"No que ele fez depois tem coisas ótimas. Ele lançou 'Double Fantasy' pouco antes de morrer, aquele álbum foi o retorno definitivo."
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