O solo de "The Wall" do Pink Floyd que David Gilmour não conseguia tocar
Por Bruce William
Postado em 24 de dezembro de 2024
Morre Phil Campbell, guitarrista que integrou o Motörhead por mais de 30 anos
A maioria dos artistas quer se desafiar sempre que entra no estúdio. Pode se tornar entediante se todas as músicas soarem iguais à anterior, e se isso significa mudar algo no processo de mixagem ou tocar algo que você não tem certeza se consegue executar, os resultados se tornam ainda mais gratificantes quando tudo se encaixa, pontua a Far Out, ao relatar o caso de uma música do "The Wall" com um solo que não foi feito por David Gilmour.
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Mas vamos com calma: como assim Gilmour, um dos maiores guitarristas de todos os tempos, com solos inesquecíveis e que fazem parte da história do Rock, ele não conseguiu fazer um solo para sua banda, o Pink Floyd? Sim, é exatamente isto. O que acontece é que, no caso em questão, há uma particularidade que acabou fazendo com que chamassem um músico de fora.
Trata-se de "Is There Anybody Out There?", do álbum "The Wall". Ela apresenta um solo de violão hispânico, e Gilmour admitiu que não tinha a disciplina necessária para executar o trecho usando a técnica de fingerstyle. "Eu poderia tocar com uma palheta, mas não da forma correta," disse o guitarrista em uma entrevista de 1992 resgatada pela Far Out.
A solução encontrada foi chamar um músico de estúdio. Joe DiBlasi foi o responsável por gravar o solo que se tornou uma peça-chave na atmosfera de "Is There Anybody Out There?". Sua interpretação, feita com os dedos, trouxe um tom exótico que se encaixou perfeitamente no contexto emocional da música, que reflete o estado mental de isolamento do personagem Pink.
Curiosamente, o nome de Joe DiBlasi não foi registrado corretamente nos créditos do álbum, relata o site pinkfloyd.com.br. Durante anos, o nome que constava era Ron DiBlasi. Roger Waters explicou mais tarde que, por não lembrar do nome completo do músico, optou por usar "Ron", que parecia correto na ocasião. Mas mesmo com essa confusão nos créditos, a contribuição de DiBlasi permaneceu marcante. Mesmo assim, o trabalho de DiBlasi deixou sua marca em uma das músicas mais introspectivas de um dos trabalhos mais marcantes do Pink Floyd.
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