Por que Ghost não funcionou como inspiração para nova banda de Tony Kakko
Por Gustavo Maiato
Postado em 15 de março de 2025
Após anos à frente do Sonata Arctica, Tony Kakko decidiu explorar um novo caminho musical com o Himmelkraft, um projeto paralelo que mistura elementos de power metal com uma narrativa conceitual curiosa.
O grupo, que assinou recentemente com a Reaper Entertainment, traz uma identidade própria e um universo inspirado em uma sociedade secreta que se prepara para um possível apocalipse. O vocalista revelou em entrevista a Gustavo Maiato que a ideia inicial era manter um certo mistério em torno da banda – algo semelhante ao que o Ghost fez em seus primeiros anos. No entanto, ele percebeu rapidamente que isso não funcionaria da mesma forma para o Himmelkraft.
"O mundo carece de mistério. As pessoas morrem de curiosidade por saber coisas que seria melhor não saber", explicou Kakko. A intenção era manter o anonimato dos músicos e criar um ar de segredo em torno da banda, mas logo ficou evidente que esconder sua identidade não seria uma opção viável. "Primeiramente, eu seria reconhecido imediatamente pela minha voz. Não dá para esconder. Eu pareço MUITO com o Tony do Sonata Arctica, não é?"
Além da dificuldade de manter o segredo, o vocalista também percebeu que essa abordagem poderia limitar o crescimento do projeto. "É bem mais fácil comercializar um novo projeto se há um ‘nome’ por trás dele", comentou. No entanto, ele reconhece que isso pode ter um lado negativo: "Certamente, é fácil chamar a atenção dos fãs do Sonata, pelo menos até certo ponto, e eles podem até gostar do que ouvem. Mas, por outro lado, há muitas pessoas que não gostam nada do Sonata e que poderiam curtir o Himmelkraft, mas ficam totalmente desencorajadas por essa óbvia ligação na parte de marketing e tudo mais."
Mesmo abandonando a ideia do anonimato, o Himmelkraft mantém um conceito forte e bem estruturado. "É uma sociedade underground, um ‘mundo’, formado e construído no início dos anos 1900 para funcionar como um ‘cofre do juízo final’ da humanidade, operando em segredo e se preparando para o momento em que o mundo, como o conhecemos, chegará ao fim por causa das nossas próprias ações", detalhou Kakko.
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