RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

Gene Simmons relembra filme do Kiss; "A gente não tinha a menor ideia do que estava fazendo"

A importância de "The Ultimate Sin" (Ozzy Osbourne) para a carreira de Jake E. Lee

Nergal recebe box do Sepultura de Jairo Guedz e fica admirado com seu conteúdo

De RPM a Madonna: os álbuns que encalharam nas lojas brasileiras, segundo varejista

Ted Nugent explica a bronca dele com a entrada de Joan Jett no Hall da Fama do Rock

Gabriela Abud anuncia saída da banda Nervosa

Regis Tadeu comenta morte do lendário guitarrista Phil Campbell

Elegant Weapons é "mais Hendrix do que Judas Priest", destaca Richie Faulkner

Pete achou que o disco seria um fracasso, e ele virou um dos grandes clássicos do The Who

Por que o Metallica demorou tanto tempo para gravar um clipe, segundo Lars Ulrich

Tom Morello explica o que fez assumir direção de documentário do Judas Priest

Fernando Ribeiro revela caos criativo e inseguranças com o novo disco do Moonspell

World of Warships e Sabaton sobem ao palco para a nova colaboração - "Yamato"

Adrian Smith explica música que virou favorita dos fãs e é um pedido de ajuda

Lars Ulrich gravou parte épica de "One" na primeira tomada, diz produtor de "...And Justice for All


Stamp

O famoso solo que David Gilmour jamais começa diferente; "Parece tolice não fazer isso!"

Por
Postado em 19 de outubro de 2025

Quando David Gilmour entrou no Pink Floyd, ninguém esperava que ele reproduzisse Syd Barrett. A banda saiu do psicodelismo solto e passou a organizar o show como narrativa, com luzes e projeções. Nesse ambiente mais "amarrado", Gilmour refinou melodias que o público aprendeu a reconhecer de primeira.

Mesmo assim, ele não virou escravo do estúdio. Ao vivo, Gilmour costuma variar: estica uma frase aqui, encurta outra ali, muda a intensidade. O arranjo respira sozinho. Só que existe uma fronteira que ele próprio prefere não cruzar, e ela aparece num ponto específico do repertório. Em "Comfortably Numb", o solo de encerramento funciona como o gatilho dramático da cena. É a hora do personagem Pink ser arrastado ao palco sob efeito de drogas, e a guitarra precisa "falar" isso logo no primeiro impacto. Por isso, a abertura do solo virou uma âncora.

David Gilmour - Mais Novidades

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal
Foto: Polly Samson
Foto: Polly Samson

Gilmour resumiu assim ao Music Radar: "Nem sempre consigo [tocar como na versão do disco]. Mas, no começo do solo final de 'Comfortably Numb', há aquela nota na sétima casa da corda G, um harmônico forte. Eu sempre tento iniciar o solo com esse som e tocar aquela primeira linha. Parece tolice não fazer isso!"

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Ou seja: o resto pode mudar - e sempre muda - dependendo da noite. Aquele ataque inicial, não. Sem ele, o público perde o sinal imediato da cena e a narrativa musical perde o tom que dá sentido ao que vem depois. É o mesmo princípio do PING que Richard Wright usava para abrir "Echoes": um som que não é só bonito, é funcional. Em "Comfortably Numb", a função é avisar que a queda começou. E Gilmour, que sabe onde pode mexer sem derrubar o todo, escolhe não mexer ali.

Na prática, o equilíbrio é exatamente esse: liberdade dentro de certos marcos. Gilmour improvisa, respira, altera caminhos - mas aquela primeira nota do solo final permanece intocada. É o ponto fixo que segura a história quando o resto da música se move.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal
Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Bangers Open Air


publicidadeRogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Bruce William

Quando Socram chegou no Whiplash.net era tudo mato, JPA lhe entregou uma foice e disse "go ahead!". Usou vários nomes, chegou a hora do "verdadeiro". Nunca teve pretensão de se dizer jornalista, no máximo historiador do rock, já que é formado na área. Continua apaixonado por uma Fuchsbau, que fica mais linda a cada dia que passa ♥. Na foto com a Melody, que já virou estrelinha...
Mais matérias de Bruce William.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 3 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS