In Flames: três discos essenciais do grupo

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Por Renato Spacek, Fonte: O Caralho a 4
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O In Flames é um grupo de Death Metal Melódico formado em 1990 - mas apenas estabilizado em 1993 - em Gotemburgo, na Suécia. A banda adere a um estilo no qual é considerado 'nativo' de Gotemburgo, pelo fato da maioria das bandas de Death Metal Melódico serem de mesma origem. Ao longo dos anos o In Flames foi "modernizando" seu som, mas claro, sem perder o peso e a essência do Death.

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Tendo vendido mais de 2,5 milhões de discos ao redor do mundo, o In Flames é considerado um dos grupos mais bem sucedidos do estilo. Apesar de existirem desde 1993, teoricamente, não existe nem um membro remanecente dessa época. O último deixou a banda em 2010 devido a problemas pessoais, entretanto músicos como Anders Fridén (vocais) e Björn Gelotte (guitarra) são considerados praticamente clássicos, pois participaram de oito dos nove discos de estúdio da banda.

Whoracle (1997)

“Whoracle” é o terceiro disco de estúdio da banda, e é considerado pelos fãs mais 'Metal' do In Flames o melhor da banda, simplesmente por não ser moderno como os que viriam posteriormente e por ser um som mais puro, simples e agressivo. É o segundo dos dois álbuns que o guitarrista Björn gravou a bateria. Lançado pela Nuclear Blast, as letras do disco foram traduzidas para o inglês pelo guitarrista Niklas Sundin (Dark Tranquility, outra banda de Death Metal Melódico) após serem escritas em sueco pelo vocalista do In Flames, Anders Fridén. O nome do disco é um trocadilho feito pela banda, com a junção das palavras whore e oracle. O produtor do grupo disse que as gravações desse álbum não foram fáceis, pois dizia que os membros preferiam beber e jogar Tekken ao gravá-lo. Aqui temos um In Flames mais seco, agressivo, simplóreo e nada moderno, como viria a ser alguns anos mais tarde.

Clayman (2000)

Clayman, podemos rotulá-lo como o intermediário entre a transição musical do In Flames, do primitivo para o, digamos, inovador dentro dos parâmetros musicais do Death Metal Melódico. Algumas músicas variam entre o vocal limpo (porém rouco e 'desgastado', diferenciando-se do limpo normal), com a presença de guitarras com timbres simples e pesados, nada além de um bom overdrive, também variando entre timbres acústicos, mas nada de baladas. Na minha opinião "Clayman" é o melhor disco da banda, e um dos melhores do estilo Death Melódico, onde está presente uma identidade totalmente do In Flames, algo inconfundível, algo extremamente positivo para um bom desenvolvimento da banda, coisa que o In Flames não precisa mais, devido ao seu sucesso, afinal noventa milhões de execuções no Last FM não é fácil para uma banda de Metal.

Come Clarity (2006)

Bom, como podem ver eu postei três discos de três fases diferentes da banda: a mais pura, a transição e a mais moderna, e para fechar esses três, termino aqui colocando o "Come Clarity", que em minha opinião é o melhor disco da banda nessa fase 'modernizada'. O disco mantém o peso, em nenhuma hora deixa-o cair, e algo difere esse disco dos outros dois: a velocidade. "Come Clarity" é significativamente mais rápido do que seus antecessores "Clayman" e "Whoracle". Os vocais limpos - que não são tão limpos assim - de Anders tem mais espaço aqui, mas sem tirar o mérito e "território" dos excelentes guturais característicos do vocalista. Com o "Come Clarity" fecho a trilogia que, pra mim, é formada pelos três melhores discos da melhor banda de Death metal Melódica do mundo.

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Sobre Renato Spacek

Brasiliense e amante do Metal, reside no exterior e tem preferência pelos subgêneros Folk, Power e Groove, mas não se limita a isso, pois também aprecia outros estilos tais como Thrash Metal, Hard Rock, Glam Metal, Death Metal e Black Metal, mas é bem seletivo com os dois últimos. É baixista e conheceu o Rock através do KISS, em 1999, entretanto sua banda preferida é o Dream Theater. Fã de Tolkien, adora os Estados Unidos e a Suécia.

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