Slayer: "Nós somos nossos piores críticos", diz Araya

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Por Emanuel Seagal, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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A Revolver Magazine em dezembro de 2008 entrevistou Tom Araya, baixista e vocalista do SLAYER, que falou sobre a atitude crítica que a banda mantém em relação a si mesma.

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Revolver: No momento vocês podem criar uma música do Slayer facilmente?

Tom: "Oh, não. Quero dizer, nós temos uma idéia de como queremos que a música soe; é fazê-la soar como queremos que é difícil. E nós somos nossos piores críticos. E Jeff (Hanneman, guitarrista), cria uma música e ela, para ele, não soa legal, então ele nem se dará ao trabalho de apresentá-la. Os caras tem que gostar das músicas que eles escrevem antes de nós as vermos e ouvirmos. Então desta vez (nas gravações em outubro) ele tinha estas três músicas que ele gostou, e nós fomos ao estúdio com elas e sabíamos como as queríamos, a idéia básica das músicas, e nós precisamos de alguem para se encarregar delas. Não era como se nós fôssemos lá e tocássemos alguns riffs e disséssemos, 'Ok, isso está bom...'"

Revolver: Faz 25 anos desde que "Show No Mercy" foi lançado. Algum plano para comemorar este aniversário?

Tom: "Wow, 25 anos desde aquele álbum, hein? Eu não presto muita atenção nesse tipo de coisa - obviamente (risadas). Você sabe, um dia alguem falou, 'Vocês tem estado juntos por tantos anos'. 'Sério? Wow!' Nós meio que nos olhamos espantados e impressionados. Não é algo que nós tenhamos sentado em algum lugar e falado, 'Nós estamos juntos há cinco anos, vamos fazer uma festa! Nós estamos juntos há 10 anos, vamos fazer uma festa!' ou algo assim. Outras pessoas fazem pra nós. Nós apenas deixamos os anos passarem, 'Cara***, faz tanto tempo?'"

Revolver: O que mantém o Slayer junto neste momento?

Tom: "Nós apenas... fazemos o que fazemos, e somos fãs da banda. Nós sabemos o que podemos fazer e o que não podemos. É porque somos tão fãs do que fazemos que podemos dar um passo atrás e falar, 'Hmm eu não gostaria disso. Isso não seria legal', e os outros caras podem falar, 'É, você está certo'. Ou apenas podemos ouvir algo que gostamos e falar, 'Oh, isso é incrível!' É basicamente como nós vemos as coisas. É assim que nós fazemos como uma banda, então é provavelmente a razão de fazermos o que fazemos por tanto tempo. É simplesmente natural".

A entrevista completa foi publicada na edição "Mega Preview 2009" de fevereiro da Revolver Magazine.




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Sobre Emanuel Seagal

Descobriu o metal com clássicos como Iron Maiden e Black Sabbath. Hoje em dia, entre outros gêneros musicais, e sem se limitar a rótulos, ouve principalmente doom, viking e folk metal. Sempre que possível está em busca de novas bandas que tenham algo a transmitir alem de clichês, e mesmo em meio a tantas novidades não dispensa pérolas como o bom e velho Candlemass. Acompanha o Whiplash! desde os primórdios, tendo iniciado sua vida de internauta no mesmo ano de criação do site (1996). Há algum tempo está envolvido com metal, seja trabalhando com eventos, bandas, gravadoras ou imprensa, na tentativa de contribuir de alguma forma para o crescimento desse que é um dos segmentos mais apaixonantes da música, o metal.

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