Monroe, do Hanoi Rocks: "prefiro o Guns antigo"
Por Fabio Rondinelli
Fonte: Blabbermouth
Postado em 13 de junho de 2007
Eduardo Alonso, da revista FREE!, conduziu recentemente uma entrevista com Michael Monroe, frontman do HANOI ROCKS, que dentre outras coisas, fala sobre o próximo disco da banda, a falta de confiança na indústria musical e até sobre o GUNS N´ROSES.
Sobre o próximo CD da banda:
"Para este disco, trabalhamos como uma banda desde o começo. No álbum anterior, começamos a gravar apenas com Andy [McCOy], nosso baterista Lacu e eu. Levou bastante tempo e havia um monte de overdubs, então foi uma mixagem difícil. Agora temos o básico: bateria, guitarras, baixo, vocais e alguns overdubs, mas não muitos: apenas uns solos, saxofone e percussão. E todos contribuíram nas composições, até mesmo Lacu!"
Sobre como o novo HANOI ROCKS se compara às investidas anteriores da banda:
"Não mudamos nada! Apenas aqueles com identidade o bastante sobrevivem. Tendências vêm e vão. Não tentamos seguir nada e não nos comprometemos com dinheiro ou coisa assim. É essencial sobreviver, até para dormir bem e poder se olhar no espelho. Algumas bandas dos anos 80 pegaram a saída fácil. Fizeram bastante dinheiro antes, mas agora estão desgastadas e miseráveis. Estão presas na década de 80 e parecem paródias de si mesmas. É o que acontece quando você vende sua alma!"
Sobre como é difícil confiar em alguém na indústria musical:
"Mais de 90% das pessoas envolvidas nessa indústria são uns ladrões. Nos primeiros três anos da reunião tivemos muita gente que deveria gerenciar a banda, mas que estava na verdade a prejudicando. Muita grana foi desperdiçada. Estava totalmente fora de controle. Não é o bastante ter a maior banda do mundo, também é preciso ter um grande time por trás dela. Agora somos sortudos e temos esse time."
Se ele sabe quando "Chinese Democracy", do GUNS N' ROSES, será lançado:
"Não. Talvez quando houver democracia na China. Axl [Rose] sempre foi legal comigo e eu lhe desejo sorte, mas queria que ele tivesse os membros antigos hoje em dia. Aqueles caras tinham uma grande química. É isso que acontece quando muita grana entra em jogo. É isso que destrói bandas. Pessoas começam a falar umas com as outras através de advogados. Não invejo a situação de Axl. Preparar o mesmo disco por dez anos não é mais uma coisa normal."
Leia a entrevista na íntegra em www.freemagazine.fi
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda grunge de quem Kurt Cobain queria distância, e que acabou superando o Nirvana
O subgênero essencial do rock que Phil Collins rejeita: "nunca gostei dessa música"
O álbum que Regis Tadeu considera forte candidato a um dos melhores de 2026
O dia que Kiko Loureiro respondeu a quem o acusou de tocar errado clássico do Megadeth
O álbum do U2 que para Bono não tem nenhuma música fraca, mas também é difícil de ouvir
"Não soa como Megadeth", diz David Ellefson sobre novo álbum de sua antiga banda
Grammy omite Brent Hinds (Mastodon) da homenagem aos falecidos
Andreas Kisser participa de novo álbum do Bruce Dickinson - sem tocar guitarra
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
Polêmica banda alemã compara seu membro com Eloy Casagrande
O maior cantor de todos os tempos, segundo o saudoso Chris Cornell
Novo disco do Megadeth alcança o topo das paradas da Billboard
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
A humildade de Regis Tadeu ao explicar seu maior mérito na formação da banda Ira!
"Tocar com Ozzy era como morar na casa dos pais", diz Zakk Wylde
Tom Araya, vocalista do Slayer, não é ateu, acredita em Deus e fez a Primeira Comunhão
A explicação de Frejat sobre como Raimundos não se dobrava perante gravadora

Michael Monroe (Hanoi Rocks) anuncia novo álbum solo, "Outerstellar"
Cradle Of Filth: o lado negro do vocalista Dani Filth
Bob Daisley: baixista dá detalhes de sua briga com Osbourne



