Rush: Geddy Lee fala sobre evolução e hits da banda

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Por Cleyton Lutz
Enviar correções  |  Comentários  | 

Sobre a guinada progressiva dada a partir do álbum “Caress of Steel” (1975):

“A imprensa caiu em cima da gente, foi um momento muito desfavorável para nós. Mas também foi o tempo em que decidimos transformar-nos em nossos maiores fã. E passamos a fazer a música em que realmente acreditávamos. Nós tínhamos de fazer algumas mudanças, mas estávamos totalmente comprometidos com nosso trabalho, nada nos tiraria do caminho”, Geddy Lee.

2264 acessosMetallica: Geddy Lee poderia ter produzido o "Master of Puppets"5000 acessosHeavy Metal: Alguns discos que são obras-primas pouco lembradas

Sobre a proposta de uma nova orientação musical a partir do álbum “Permanent Waves” (1980):

“De repente a gente se tocou que estávamos com um papo muito complexo, era uma coisa escrita para nós mesmos e que nem sempre chegava ao nosso público. O resultado é que procuramos, a partir daí, sem cair em fórmulas padronizadas, caminhar mais ao lado dos nossos fãs”, Geddy Lee.

Sobra a composição da música “Tom Sawyer” (do álbum “Moving Pictures”, 1980):

“Foi o contato com o letrista do Max Webster [banda canadense], Pye Dubois, que nos inspirou. Já a seção instrumental tem ainda outro detalhe interessante: ela nasceu a partir de uma pequena melodia que Geddy costumava usar quando testava o som de seu sintetizador. Certo dia estávamos procurando um trecho para aquela canção quando nos lembramos de tal melodia que acabou emergindo como um tema muito forte”, Neil Peart.

Sobre a composição da música “YYZ” (também do álbum “Moving Pictures”):

“Tem a ver com uma paixão de Alex [Lifeson, guitarrista do RUSH], a aviação, já que ‘YYZ’ é o código de identificação usado pelo Aeroporto Internacional de Toronto e a introdução da música é tirada do código Morse, que é enviado pela torre de controle”, Neil Peart.

Sobre a gravação de álbuns em shows ao vivo:

“Para o RUSH, um álbum ao vivo serve para muitas funções importantes. Num concerto, qualquer coisa que você faz é espontânea e totalmente irreversível. É aí que reside o melhor da brincadeira, mesmo que durante a apresentação você não possa precisar corretamente como estão indo as coisas. Temos também a oportunidade de mostrar como certas músicas evoluíram desde que registramos num estúdio... é como dar uma segunda chance a vida”, Neil Peart.

Sobre a composição do álbum “Signals” (1982):

“Nós procuramos em ‘Signals’ uma maior simplicidade. Não houve conflito e eu queria fazer algo um pouco diferente dos discos anteriores, dando um espaço maior aos teclados e restringindo um pouco a guitarra”, Alex Lifeson.

Fonte: Rush (revista pôster)
Editora Três
1983

Por que destacamos matérias antigas no Whiplash.Net?

GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

MetallicaMetallica
Geddy Lee poderia ter produzido o "Master of Puppets"

658 acessosFoo Fighters: fã sobe ao palco e canta "Tom Sawyer", do Rush542 acessosRush: A Farewell to Kings ganhará edição remasterizada de luxo944 acessosRush: A Farewell To Kings ganha edição de luxo comemorativa3092 acessosRock In Rio: fã cria line-up só com artistas "inéditos" desde 20110 acessosTodas as matérias e notícias sobre "Rush"

CompridasCompridas
As músicas mais longas de grandes bandas

Mais capasMais capas
A história do rock no Google Street View

RushRush
Neil Peart fala sobre sua preparação para tocar

0 acessosTodas as matérias da seção Curiosidades0 acessosTodas as matérias sobre "Rush"


Heavy MetalHeavy Metal
Discos que são obras-primas pouco lembradas - Parte 1

Rock In Rio 2017Rock In Rio 2017
Ausência do "Dia do Metal" é compreensível

UrucaUruca
Os 9 mais azarados da história do Rock

5000 acessosRoger Moreira: resposta bem humorada a "crítica" no Agora é Tarde5000 acessosScorpions: As 20 melhores canções com temática romântica5000 acessosDave Mustaine: "há bandas cujo nome me ofende"5000 acessosRock In Rio: Tominaga sempre confunde Metallica com Nirvana5000 acessosMetallica: o que significa "Ride The Lightning"?5000 acessosYngwie Malmsteen: "velocidade não é o que importa", diz

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato.

Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Trolls e chatos que quebram estas regras podem ser banidos. Denuncie e ajude a manter este espaço limpo.

Mais comentários na Fanpage do site, no link abaixo:

Post de 05 de fevereiro de 2017


Sobre Cleyton Lutz

Estudante de Jornalismo, mora em Guarapuava, PR. Adora escrever sobre futebol e rock 'n' roll. Sobre música, adora o Hardão Setentista (Grand Funk, Uriah Heep, Deep Purple, Led Zeppelin) e o progressivo (Yes, Jethro Tull, Focus). Para música acha que nasceu pelo menos uns 30 anos atrasado. Das bandas atuais gosta de White Stripes, Wolfmother e Hellacopters. Mas sua paixão é o som trascendental do Pink Floyd. Os seus grandes sonhos são ver ao vivo uma reunião dos quatro novamente, como ocorreu no Live 8, além de comprar uma moto com a primeiro dinheiro que ganhar com o jornalismo.

Mais matérias de Cleyton Lutz no Whiplash.Net.

Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria, e não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será removido. Conheça a nossa Política de Privacidade.

Em junho: 1.119.872 visitantes, 2.427.684 visitas, 5.635.845 pageviews.

Usuários online