Misturando death metal com post metal, Oceans entrega um bom terceiro disco
Resenha - Happy - Oceans
Por Mário Pescada
Postado em 16 de dezembro de 2024
Nota: 7 ![]()
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O OCEANS é um grupo relativamente novo e até então pouco conhecido no Brasil, mas que teve seu terceiro e mais recente disco, "Happy" (2024), lançado por aqui graças à parceria entre Shinigami Records e Nuclear Blast Records.
Formado por músicos austríacos e alemães, o quarteto pratica, como eles mesmo descrevem, "nu death metal", mas eu também acrescentaria aí doses pesadas de post rock e de metalcore. Consigo imaginar os calafrios que muito tiveram ao ler tais termos, mas o grupo consegue se sair bem no todo.

Batizado ironicamente com o título de "Feliz", o disco traz onze músicas com letras que falam de frustação, tristeza, raiva e desilusão. De cunho muito pessoal, sempre na primeira pessoa, elas abordam questões pessoais/interpessoais e do mundo atual, como "Click Like Share" e "Slaves To The Feed", que fazem críticas às redes sociais e como elas têm influenciado as pessoas e "Spit", uma crítica direta para a indústria musical.
No som, o peso é uma constante, disso ninguém pode reclamar, independente do estilo que curta. O problema é que em algumas faixas acabaram misturando demais, o que acabou criando trechos meio desconexos - metranca death metal com nu metal para mim não encaixa muito bem, mas ok, questão de gosto. Agora, quando os caras apostam numa linha mais melódica sem abrir mão do peso, como nas faixas "Let It Burn", "Self Doubt 24/7", "Breed" e "Father", aí eles acertam em cheio. Não digo que deveriam sempre seguir esse caminho, mas foram de longe o tipo de faixas que mais me agradaram - de novo, questão de gosto.
Gustavo Anunciação Lenza | Luis Alberto Braga Rodrigues | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Produzido pela própria banda, no caso Timo e Thomas, o disco ainda contou com as participações dos músicos MISSTIQ e Josh Collard, ambos da banda de metalcore australiana EARTH CALLER.
Formação:
Thomas Winkelmann: baixo
J.F. Grill: bateria
Patrick "Zasch" Zarske: guitarra
Timo "Rotten" Schwämmlein: vocais, guitarra
Faixas:
01 Parasite
02 Spit
03 Click Like Share
04 Let It Burn
05 Self Doubt 24/7
06 Happy
07 Slaves To The Feed feat. MISSTIQ
08 Breed Consume Die feat. Josh Collard
09 The Birth Of Death
10 Father?
11 In The End There’s Always Pain
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