Megadeth: os 25 anos do clássico Youthanasia
Resenha - Youthanasia - Megadeth
Por Mateus Ribeiro
Fonte: Sou o redator da matéria.
Postado em 01 de novembro de 2019
O Megadeth é uma das maiores bandas de heavy metal da historia. Grande parte desse legado passa pelo que a banda fez na época de sua formação clássica, que consistia em Nick Menza na bateria, Marty Friedman nas guitarras, David Ellefson no baixo e obviamente, Dave Mustaine na guitarra, vocal e comando do grupo. Esses quatro rapazes foram responsáveis por três dos maiores discos da historia da música pesada: "Rust In Peace" (1990), "Countdown To Extinction" (1992) e "Youthanasia" (1994). O assunto desse texto é o terceiro desses registros, lançado no primeiro dia de novembro, no ano de 1994.
Após mudanças de formação e cinco discos lançados, as coisas pareciam que estavam começando a se encaixar para Dave Mustaine e sua turma. Apesar de não apresentar aquele thrash metal bruto e ríspido dos primeiros discos, "Youthanasia" chama a atenção por ser o trabalho mais profundo e com mais "feeling" lançado até hoje pelo Megadeth.
Sem sombra de dúvidas, é um dos discos mais queridos pelos fãs até hoje, além de ser o álbum mais conhecido da banda fora do universo do metal. Uma das razões para isso, além da icônica capa, é aquela que talvez seja o maior sucesso da banda, a melancólica balada "A Tout Le Monde", que apesar de falar sobre alguém que está se despedindo desse mundo, consegue ser uma das mais belas músicas escritas por uma banda de metal.

Mesmo que a música citada seja suficiente para fazer o disco (e a carreira da banda) valer a pena, há outros momentos tão ou mais marcantes quanto "A Tout Le Monde" em "Youthanasia". A começar pela acachapante "Reckoning Day", que abre o disco com maestria.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | Outro grande "hit" do álbum é a segunda faixa, "Train Of Consequences", que narra a vida caótica de uma pessoa viciada em jogos.
A terceira música, "Addicted To Chaos", é uma das mais carregadas de emoção do disco e mostra uma característica que aparece MUITO em todo o álbum: a melodia, que também pode ser notada nas maravilhosas "Blood Of Heroes", "Family Tree" (que fala sobre abusos em família) e em "I Thought I Knew It All".

A faixa título e a sensacional "Victory" (que é escrita em cima de títulos de músicas da banda) são os demais destaques de um trabalho sensacional, que marcou época, e continua sendo um dos pilares de sustentação do sucesso do Megadeth até hoje.

Após o lançamento de "Youthanasia", a banda nunca mais foi a mesma. A formação clássica se desfez após o bom "Cryptic Writings", a banda foi alvo de críticas após "Risk", e Dave Mustaine chegou até mesmo a encerrar as atividades por um tempo. Seja lá como for, "Youthanasia" continua insuperável no coração dos fãs do Megadeth, e vinte e cinco anos depois, continua um clássico dos clássicos!

Outras resenhas de Youthanasia - Megadeth
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