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At The Gates: em 1994, uma mudança definitiva

Resenha - Terminal Spirit Disease - At The Gates

Por Mateus Ribeiro
Postado em 07 de julho de 2019

Nota: 9

A cena de Gotemburgo apresentou ao mundo inúmeras bandas de death metal melódico, sendo o At The Gates uma das mais importantes. Formado no início dos anos 1990, o grupo apresentou um death metal agressivo, porém técnico e com pequenas doses de melodia em seus dois primeiros discos, "The Red in The Sky Is Ours" (1992) e "With Fear I Kiss The Burning Darkness" (1993).

Porém, no terceiro álbum o som passou por mudanças significativas, que ajudaram o death metal melódico a se transformar um movimento mais forte e popular. Lançado em 1994, "Terminal Spirit Disease" apresenta apenas 06 faixas novas (e 03 ao vivo dos discos anteriores), porém, mostra uma evolução absurda se comparada aos primeiros lançamentos. A produção do disco também é muito mais limpa e cristalina, o que colaborou muito para o resultado final.

O som do quinteto continuou agressivo, porém, muito mais lapidado, maduro, e mais melódico. Sem sobra de dúvidas, é um dos discos mais importantes do estilo, e abriu caminho para aquele que talvez seja o álbum mais emblemático do som de Gotemburgo, "Slaughter Of The Soul", lançado em 1995. Chega a ser impressionante como em tão pouco tempo a banda evoluiu. sorte a dos fãs.

A grande "The Swarm" abre o disco com muita rapidez, seguida da não menos veloz faixa título, que é sucedida pela belíssima "And The World Returned", instrumental que se utiliza até mesmo de um violino (instrumento que também aparece nos primeiros discos do At The Gates). Certamente é o momento mais belo de toda carreira do grupo.

Na parte final do disco, "Forever Blind" segue a mesma fórmula de peso, rapidez e melodia. "The Fevered Circle", que é um pouco mais lenta (para os padrões do ATG, é claro) mostra o lado mais "acessível" do grupo. Por fim, "The Beautiful Wound" (e seu belo riff inicial) encerra o trabalho da mesma forma que este foi iniciado: guitarras rápidas, vocais gritados, bateria e baixo duelando em alta velocidade.

O At The Gates é uma das maiores bandas surgidas no metal europeu nos anos 1990, e muito disso passa pela mudança ocorrida em "Terminal Spirit Disease", disco que ajudou a mudar não apenas os rumos da própria banda, mas da cena metal como um todo.

Se você não conhece o tão falado death metal melódico, esse disco pode ser um bom começo. Agora, se você conhece, é apertar o play e se deliciar!

Álbum formidável, fundamental em qualquer coleção de metal extremo!

Ano de lançamento: 1994

Faixas:

"The Swarm"
"Terminal Spirit Disease"
"And the World Returned"
"Forever Blind"
"The Fevered Circle"
"The Beautiful Wound"
"All Life Ends" (ao vivo)
"The Burning Darkness" (ao vivo)
"Kingdom Gone" (ao vivo)

Formação:

Tomas Lindberg: vocal
Anders Björler: guitarra
Martin Larsson: guitarra
Jonas Björler: baixo
Adrian Erlandsson: bateria

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Sobre Mateus Ribeiro

Fã de Ramones, In Flames e Soilwork. Ouve (quase) tudo, desde rock clássico até black metal.
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