Matérias Mais Lidas

imagemDez ótimas músicas do Iron Maiden escritas pelo agitado guitarrista Janick Gers

imagemBruno Valverde diz que preconceito contra ele veio mais da igreja do que dos metaleiros

imagemRegis Tadeu se garante e não retira uma palavra do que disse sobre Di'Anno e Iron Maiden

imagem"A ingenuidade do fã do Iron Maiden é um negócio que beira o patético", diz Regis Tadeu

imagemPaul Di'Anno detona Regis Tadeu após vídeo em que critica seu encontro com Iron Maiden

imagemA inesperada música do Whitesnake que serviu de inspiração para "Carry On" (Angra)

imagemGeezer Butler, Heavy Metal e a clássica canção do Black Sabbath inspirada por Jesus

imagemA "traumática" e "desagradável" experiência de ser preso, segundo Arnaldo Antunes

imagemA estratégia usada por Mille Petrozza, do Kreator, para "reaprender" músicas antigas

imagemA dura crítica de Angus Young a Led Zeppelin, Jeff Beck e Rolling Stones em 1977

imagemIron Maiden: Bruce fala sobre groupies; "parei de transar com elas quando me apaixonei"

imagemComo foram os últimos meses de Renato Russo e a causa da sua morte

imagemQuando Chorão, do Charlie Brown Jr, quase levou porrada do Rick Bonadio

imagemIggor Cavalera manda ver em "Dead Embryonic Cells" ao vivo; confira drumcam

imagem"Se você tem respeito próprio, integridade, você quer sair por cima", diz Gene Simmons


Kataklysm: Melodic Death Metal para meditações caóticas

Resenha - Meditations - Kataklysm

Por Vitor Sobreira
Em 15/11/18

Acredito que os fãs da banda canadense Kataklysm não têm muito do que reclamar, em relação a liberação de material oficial, já que a cada dois ou três anos um novo trabalho surge no mercado, sem contar os singles, compilações e ao vivo. Sucedendo ‘Of Ghosts and Gods’ (2015) e mantendo firme uma longa parceria com a Nuclear Blast, ‘Meditations’ ainda está bem quente, tendo saído do forno em junho deste ano.

Ocupando o posto de décimo terceiro álbum na discografia do Kataklysm, ‘Meditations’ chegou a este insano mundo já indo direto ao ponto: com 10 faixas e menos de 40 minutos de duração total de muito Melodic Death Metal. Com músicas predominantemente mais curtas, a mais longa acaba sendo a última, com 5:18.

A bonita e caótica capa (e arte geral) ficou por conta de Ocvlta Designs – ou se você gostar muito de uma especulação: Surtsey Castaño Iacono, esposa do vocalista Maurizio Iacono. Ainda sobre o aspecto visual, quatro composições ganharam vídeo clipes, sendo elas: "Guillotine", "Outsider", "Narcissist" e "…and Then I Saw Blood".

A pancadaria melodiosa não pede permissão para começar e rola solta em "Guillotine", onde já percebemos a boa qualidade sonora e de produção – realizada pela própria banda. Obviamente estamos ouvindo um álbum de 2018 e é claro que sua música vai soar moderna e fresca em cada acorde ou levada rítmica, e é justamente isso que percebemos em "Outsider", que exibe os caminhos do Melodic Death Metal sendo conectados por passagens rápidas e outras mais quebradas, sem nenhum problema. "The Last Breath I’ll Take Is Yours" não perde os conceitos acima, e apresenta uma atenção extra no refrão.

Um pouco de diversidade rítmica não faz mal a ninguém, por isso a curta "Narcissist" deixa a velocidade de lado por uns instantes até a chegada de "Born to Kill and Destined to Die" – com discretas lembranças de Thrash Metal -, e a quase que inteiramente veloz "In Limbic Resonance".

A partir de "…and Then I Saw Blood" a velocidade vai sendo diminuída aqui e ali e um rumo mais melodioso vai sendo seguido sem constrangimentos, mas apenas em um processo natural. "What Doesn’t Break Doesn’t Heal" é mais cadenciada, com ótimos riffs e notas de guitarra. Difícil não se render ao instrumental impecável que esses músicos nos proporcionam. E não, não me esqueci dos vocais, que também são um destaque a parte!

Como eu disse lá no terceiro parágrafo, a audição é rápida e vai direto ao ponto, e quando se assusta já está prestes a ser finalizada com "Bend the Arc and Cut the Cord" e "Achilles’ Heel" – que trouxeram novamente algumas passagens mais diretas e energéticas – ainda que imersas em camadas de boas melodias.

Formação:
Maurizio Iacono (vocal)
J-F Dagenais (guitarra)
Stéphane Barbe (baixo)
Oli Beaudoin (bateria)

Faixas:
01. Guillotine
02. Outsider
03. The Last Breath I’ll Take Is Yours
04. Narcissist
05. Born to Kill and Destined to Die
06. In Limbic Resonance
07. …and Then I Saw Blood
08. What Doesn’t Break Doesn’t Heal
09. Bend the Arc and Cut the Cord
10. Achilles’ Heel.

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Stamp
publicidade
Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp

Metal Hammer: As melhores músicas da história do Death Metal


Garimpeiro das Galáxias: Beldades globais e sua paixão pelo rock


Sobre Vitor Sobreira

Moro no interior de Minas Gerais e curto de tudo um pouco dentro do maravilhoso mundo da música pesada, além de não dispensar também uma boa leitura, filmes e algumas séries. Mesmo não sendo um profissional da escrita, tenho como objetivos produzir textos simples e honestos, principalmente na forma de resenhas, apresentando e relembrando aos ouvintes, bandas e discos de várias ramificações do Metal/Heavy Rock, muitos dos quais, esquecidos e obscuros.

Mais matérias de Vitor Sobreira.