Heavenless: um trio de peso de Mossoró
Resenha - Whocantbenamed - Heavenless
Por Geraldo Andrade
Postado em 19 de setembro de 2018
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O Brasil é muito grande, isso é muito bom, nossa chance de conhecer ótimas bandas e ótimos trabalhos dentro do metal, são muitas, para nossa alegria.
O metal no "país do carnaval" é muito forte e em todos os Estados, de Norte a Sul, a cada dia que passa surgem muitas bandas e músicos fantásticos.
Dessa vez vem de Mossoró, Rio Grande do Norte, um trio de peso, um Death/Thrash Metal de muita qualidade e peso, estou falando da banda HEAVENLESS.
A banda é formada por KALYL WEREWOLF LAMARC (vocal/baixo), VINICIUS "CARCARÁ" MARTINS (guitarra) e VICENTE "MADBUTCHER" (bateria).
Em "Whocantbenamed", seu álbum de estreia, a banda mostra um som poderoso, pesado e de altíssimo nível, não tem como escutar e não sair batendo cabeça, um trabalho beirando a perfeição, que mostra todo o talento desses músicos nordestinos.
A paulada começa com "Enter Hades", com uma introdução muito sinistra e um som arrasa quarteirão, uma paulada, com uma bateria destruidora e riffs poderosos, se a primeira é assim, imagina o que vamos ter pela frente.
"Hopeless" tem o destaque do poderoso vocal de KALYL LAMARC e claro, o peso continua, e isso é muito bom.
A lenta e pesadíssima "The Reclaim", da continuidade a essa aula de Death/Thrash metal.
"Hatred", onde destaco a bateria de VICENTE "MADBUTCHER" e, a já minha favorita, "Soothsayer", mostram que esse é um dos melhores álbuns de estreia, já visto e ouvido no Brasil.
Gostei muito de "Odium" e fico imaginando este petardo ao vivo, uma verdadeira pedrada!
Em "Uncorrupted" a banda chega a perfeição, guitarra, baixo e bateria, com qualidade absurda e pesada.
A rápida e poderosa "Deceiver" é a penúltima desse grande trabalho, aqui mais uma vez fico imaginando o público batendo cabeça e agitando muito no show da banda.
E infelizmente, tudo que é bom acaba, o álbum fecha com a excelente, e também rápida, "Point-black", com muito destaque para o baixo de Kalyl.
"Whocantbenamed" é um ótimo trabalho de estreia, de uma banda que tem tudo para se tornar um grande nome dentro do metal brasileiro. E que venha logo o próximo trabalho!
Banda
Kalyl Werewolf Lamarc - Vocal/baixo;
Vinicius "Carcará" Martins - Guitarra;
Vicente "MadButcher" - Bateria.
Músicas
01 – Enter Hades
02 – Hopeless
03 – The Reclaim
04 – Hatred
05 – Soothsayer
06 – Odium
07 – Uncorrupted
08 – Deceiver
09 – Point-Blank
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A canção que tem dois dos maiores solos de guitarra de todos os tempos, conforme Tom Morello
Zakk Wylde pensou em levar "Back to the Beginning" para outros lugares, inclusive o Brasil
O megahit do Capital Inicial que, analisando bem a letra, não faz tanto sentido
Conversa com o filho fez Dave Mustaine pensar na despedida do Megadeth
Dave Mustaine não queria que Megadeth encerrasse atividades, mas reconhece dificuldades
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
Fãs mostravam o dedo do meio quando o Faith No More tocava "Easy" ao vivo
Os solos de guitarra emocionantes que John Petrucci considera divertidos de tocar
A canção lançada três vezes nos anos oitenta, e que emplacou nas paradas em todas elas
As músicas de metal favoritas de James Hetfield, frontman do Metallica
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
Os 5 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Duff McKagan do Guns N' Roses
Zakk Wylde fala sobre a música que escreveu em homenagem a Ozzy Osbourne
Dream Theater faz o seu primeiro show em 2026; confira setlist
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
A estrofe de "Faroeste Caboclo" que não faz sentido no enredo, segundo Renato Russo
Kerry King diz que Venom é a "melhor banda de merda de todos os tempos"
A dica de Stevie Wonder que fez Eric Clapton cantar bem melhor, segundo o próprio


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



