Gamma Ray: Clássicos no obscuro e alternativo Sign no More
Resenha - Sign no More - Gamma Ray
Por André Domingues
Postado em 02 de abril de 2018
Após o bem sucedido álbum de estúdio Heading for Tomorrow, a banda de power metal alemã Gamma Ray lança seu segundo disco Sign no More. Este foi gravado em um pequeno estúdio na Dinamarca e tem uma sonoridade bem diferente de seu antecessor.
É considerado obscuro, pois não é tão alegre e melódico como o primeiro álbum. Reflete o pessimismo presente na banda com a Guerra do Golfo.

Sua capa tem três esqueletos de paletó, cartola e bengala. Ilustração um tanto sarcástica e irônica.
Nesse disco, o guitarrista Dirk Schächter, que mais tarde passaria para o baixo, faz sua estreia, juntamente com o baterista Uli Kusch.
O grupo ainda pode contar com a participação do "coringa" e produtor Tommy Newton, que faz backing vocals e toca guitarra em duas faixas "Father and Son" e "Countdown".
Mais um clássico da banda, que pode não estar entre os melhores, por sua sonoridade alternativa, mas que contém composições geniais e marcantes na carreira da banda.
A versão japonesa do disco, conta com uma faixa bônus intitulada "Sail On".
"Changes" (5:41): Logo de cara Hard Rock na veia. Cadenciada e com um belo dueto de solos de guitarra. Tem o refrão clássico das músicas da banda com a citação do nome da faixa e uma frase intercalada;

"Rich&Famous" (4:36): Alegre e direta. Possui uma ótima introdução e refrão empolgante;
"As Time Goes By" (4:39): Nessa faixa as linhas de baixo são marcantes e backing vocals de Kai Hansen matadores;
"(We Wont) Stop the War" (3:44): Introdução poderosa de baixo e um grande riff de guitarra, que lembra o som do Rage Against the Machine. A guerra citada é a guerra do Golfo, que estourou no mesmo ano da gravação do disco;
"Father and Son" (4:22): Começa com um dedilhado de violão e se mostra uma linda balada, que vai oscilando entre momentos tranquilos ou de pura energia;
"One with the World" (4:44): Pegada avassaladora do batera Uli e um refrão melódico e pegajoso, pois sua bela melodia não sai da cabeça. Pesada e melódica;
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"Countdown" (4:17): A mais fraca do álbum.Tem uma levada rock, mas não convence muito;
"Dream Healer" (6:16): Pesada e com um clima oriental. Palhetada cavalgada e levadas cativantes. É climática, passa por diversas atmosferas. Uma das melhores faixas do disco, senão a melhor;
"The Spirit" (4:16): Levada e andamento contagiantes. Com um belo refrão e quebradas de batera criativas;
Nota: 7,0
Ano: 1991
Gravadora: Noise Records
Formação
Ralf Scheepers (vocais)
Kai Hansen (guitarra)
Dirk Schächter (guitarra)
Uwe Wessel (baixo)
Uli Kusch(bateria)

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