Stratovarius: o ápice da banda que revolucionou o metal melódico
Resenha - Visions - Stratovarius
Por André Luiz Paiz
Fonte: 80 Minutos
Postado em 21 de setembro de 2017
Nota: 10 ![]()
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Após o grande destaque recebido pelo Stratovarius com o espetacular Episode, Timo Tollki estava no auge de sua criatividade, criando composições diretas, precisas e com grandes melodias. Assim, após a turnê de divulgação do álbum, sem qualquer descanso partiram para os Finnvox Studios na Finlândia. Por lá ficaram entre Outubro de 1996 e fevereiro de 1997 para registrar: Visions, o maior clássico da banda.
O álbum abre com um dos maiores hits que Tolkki já compôs: "Black Diamond", que é rapidamente reconhecida nas primeiras notas do teclado de Jens Johansson. Em seguida, a espetacular "The Kiss of Judas". Que faixa! Que peso!
Iniciando a terceira faixa, outro hit: "Forever Free", com refrão grudento e muito peso e velocidade. Ufa, precisamos respirar um pouco.
Como descanso, a balada "Before the Winter" surge no momento certo. Maravilhosa! Aproveite para pegar um fôlego.
Preparado para mais peso? Então lá vai: "Legions" é outro destaque em termos de velocidade e melodia. "The Abyss of Your Eyes" surge mais cadenciada, porém não menos pesada.
A excelente instrumental "Holy Light" não decepciona. Este tipo de faixa era algo característico da banda neste período, em que Tolkki e Jens duelavam em alta velocidade.
Agora é hora de abrir passagem para um dos maiores senão o maior clássico da banda: Paradise. Perfeita em termos de melodia, peso e ritmo. Um metal melódico totalmente acessível.
"Comming Home" é uma balada que também agrada bastante, com destaque para Timo Kotipelto (vocal).
Não satisfeito em entregar um álbum espetacular até aqui, a faixa "Visions" encerra os trabalhos com chave de ouro. Com um toque de metal progressivo, além de muito peso e velocidade, esta é uma das melhores faixas que Tolkki já compôs.
Após este grande álbum, o Stratovarius viria a ganhar o mundo, lançando em seguida dois outros grandes álbuns: Destiny e Infinite, até que começou a seguir em direção a um infeliz declínio.
Fonte: 80 Minutos - Reviews e Avaliações de Álbuns
https://80minutos.com.br/review.php?review=48
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