Sepultura: Visões Mórbidas Previram Próspero Futuro

Resenha - Morbid Visions - Sepultura

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Por Vitor Sobreira
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Quem diria que uma das bandas mais conhecidas de Metal no mundo seria aqui do Brasil, e ainda por cima, com um nome em português… Isso mesmo, estou falando do Sepultura! Formada em 1984 na cidade de Belo Horizonte/MG pelos irmãos Igor e Max Cavalera, a banda teve sua estreia fonográfica no famoso ‘split’ com a também conhecidíssima e mineira banda Overdose, chamado “Bestial Devastation/Século XX” (ou seja, cada banda, em um lado do disco, obviamente), que saiu pela gravadora Cogumelo Records, em 1985. Entretanto, o primeiro trabalho completo e individual saiu em 10 de novembro de 1986 – sendo este “Morbid Visions”, ainda pela gravadora citada acima.

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Apesar da relativa pouca idade dos integrantes, não foi nenhum problema para eles compor e executar um disco agressivo, pesado e cru, com nove composições e transitando entre Death, Black e Thrash Metal. Aos poucos, esse sonoridade tenderia mais para o Thrash, faria muito sucesso e ainda serviria de influência para outras bandas e músicos mundo afora.

Se a capa mostra uma “sugestiva” cena da Crucificação, onde um capetão bem tosco se certifica de complicar ainda mais o sofrimento de um suposto Jesus Cristo, que reflete também nas letras, até certo ponto “fortes”, em especial para a época, com revolta e ódio, o som, cuja qualidade é razoável (para um ‘debut’), com riffs sombrios e os vocais de Max se destacando, mostra os primeiros passos do Sepultura, enfrentando as dificuldades e rumo à luta em conseguir um lugar ao sol.

A introdução do disco é um trecho da música do compositor Carl Orff, “Carmina Burana – O Fortuna”, que inclusive em alguns relançamentos foi retirada por causa de questões de direitos autorais, e em outros, conseguiu ser mantida. Como curiosidade, o disco foi relançado em diversas versões ao longo dos anos, tanto em vinil, CD e em cassete.

Totalizando um pouco mais de meia hora de duração, “Morbid Visions” apresenta composições verdadeiras, que deram a oportunidade de fazer com que os rapazes seguissem em frente, evoluíssem cada vez mais e chegassem onde chegaram. O resto da história, praticamente todo mundo conhece...

Formação:
Max Cavalera (vocal e guitarra);
Jairo Guedz (guitarra);
Paulo Jr. (baixo);
Igor Cavalera (bateria)

Faixas:
01 – Intro (Instrumental)
02 – Morbid Visions
03 – Mayhem
04 – Troops of Doom
05 – War
06 – Crucifixion
07 – Show Me the Wrath
08 – Funeral Rites
09 – Empire of the Damned

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Sobre Vitor Sobreira

Moro no interior de Minas Gerais e curto de tudo um pouco dentro do maravilhoso mundo da música pesada, além de não dispensar também uma boa leitura, filmes e algumas séries. Mesmo não sendo um profissional da escrita, tenho como objetivos produzir textos simples e honestos, principalmente na forma de resenhas, apresentando e relembrando aos ouvintes, bandas e discos de várias ramificações do Metal/Heavy Rock, muitos dos quais, esquecidos e obscuros.

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