Mickey Junkies: Classic rock com pitadas de punk
Resenha - Since You've Been Gone - Mickey Junkies
Por Junior Frascá
Postado em 16 de janeiro de 2017
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Formado originalmente em 1991, o quarteto de Osasco/SP MICKEY JUNKIES lançou um disco naquele período, e conseguiu um relativo sucesso, tendo ficado um longo período na inatividade (até 2007, para ser mais exato), e após o retorno aos palcos, com a mesma formação, e novas experiências adquiridas, acabam de colocar no mercado esse seu segundo álbum.
O trabalho nos traz uma mescla bem interessante de rock clássico, blues, hard e punk, com várias influências dos anos 70, com um som bem simples, direto e empolgante.
Há também um pouco de grunge por aqui, em especial de bandas como SONIC YOUTH.
Instrumentalmente, o carro chefe por aqui são as guitarras, repletas de groove e peso; mas a cozinha também se destaca, em especial as excelente linhas de baixo, bem variadas. Já as linhas vocais de Rodrigo Carneiro trazem as maiores influências de punk, remetendo diretamente aos RAMONES e MISFITS em suas fases áureas, e deixando o som da banda com uma personalidade toda prórpria.
Dentre os destaques do material, vale citar a abertura, com "Nothing to Say" (não, não é um cover do ANGRA); as brutas "Stoned" e "Sweet Flowers", e "Alguma Coisa", única cantada em português.
Vale citar também a produção crua de Michael Kauker, que soube absorver a essência da banda, dando um clima todo retro ao trabalho.
Assim, temos um promissor retorno do MICKEY JUNKIES, que voltar para ocupar o posto deixado outrora, sendo altamente indicado para todos os fãs da música pesada de qualidade.
Since You’ve Been Gone - MICKEY JUNKIES
(2016 –distribuição Shinigami Records)
Track List:
Tracklist:
1. Nothing to Say
2. Something About Destruction
3. Since You’ve Been Gone
4. Use Me (to Move On)
5. Stoned
6. Tryin’ to Resist
7. Sweet Flower
8. Big Bad Wolves
9. Alguma Coisa
10. A Tired Vampire
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O hábito nojento que virou demonstração de respeito nos shows punk dos anos setenta
Como o Queen, Sylvester Stallone e uma guitarra quebrada produziram o maior hit de 1982
As únicas quatro músicas próprias que o Guns N' Roses ainda não tocou ao vivo
As 10 melhores músicas do Kreator, na opinião de Mille Petrozza
O melhor álbum dos Rolling Stones de todos os tempos, segundo Lou Gramm
O álbum mais subestimado do Black Sabbath, de acordo com a Metal Hammer
Os 50 melhores discos de todos os tempos, segundo a Classic Rock
O álbum mais subestimado de Iron Maiden, Metallica e Slayer, de acordo com a Metal Hammer
O único assassino que ainda tem uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood
Neil Young escolhe os três maiores compositores de todos os tempos
A opinião de Tony Iommi sobre "Heaven and Hell", clássico do Black Sabbath
Os 3 maiores riffs de guitarra dos anos 1970, segundo o lendário Eddie Van Halen
As 12 melhores músicas do Saxon, segundo Biff Byford
A melhor música do Pantera, segundo a Metal Hammer
Kerry King achou que Paul Bostaph estava brincando quando se ofereceu para voltar ao Slayer
Por que Eric Clapton escolheu ignorar Bob Dylan: "Eu era realmente contra por princípio"
Nightwish: Tuomas Holopainen conta o que pensou ao demitir Tarja Turunen da banda
Joe Satriani: por que ele não entrou no Deep Purple?



Left To Die, o supergrupo tributo ao seminal Death, lança seu primeiro disco
"Transpiração Contínua Prolongada" levou skate, rua e atitude para o topo do rock brasileiro
RHCP: O monstro saiu da jaula com um de seus melhores trabalhos



