Carnifex: Entre o deathcore e o black metal sinfônico
Resenha - Slow Death - Carnifex
Por Nicolas Lopes
Postado em 02 de setembro de 2016
Nota: 9 ![]()
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Slow Death é o sexto álbum lançado pela banda CARNIFEX e é uma obra que inova no sentido do grupo fugir de suas raízes deathcore.
Relembrando o ano de 2007 quando Dead In My Arms foi lançado, o CARNIFEX dividia a cena deathcore com bandas como CHELSEA GRIN, SUICIDE SILENCE e DESPISED ICON. Naquela época, todas as bandas seguiam a mesma receita: Pedais duplos, guturais, riffs pesados e breakdowns.

Com o passar dos anos algumas dessas bandas abandonaram o "mais do mesmo" e resolveram inovar, lançando álbuns contendo estilos totalmente diferentes do deathcore: E 2016 foi o ano do CARNIFEX.
Slow Death é um álbum que fica totalmente dividido entre o gênero deathcore e o black metal sinfônico. A faixa inicial, Dark Heart Ceremony começa com uma introdução dramática que rapidamente evolui em uma canção pesada, mas não exageradamente rápida. Servants to the Horde vem em seguida com outra introdução dramática, porém percebe-se uma presença maior de elementos sinfônicos e de riffs rápidos, característicos do black metal. A faixa título reforça a mistura de gêneros e tem como ápice um interlude acústico que evolui em um solo simples, porém melódico.

Drawn Me in Blood e Pale Ghost convergem totalmente para o black metal sinfônico e certamente lembram grandes nomes como DARK FUNERAL e DIMMU BORGIR. Black Candles Burning vem em seguida e não traz nada de muito especial.
Six Feet Closer to Hell tem uma pegada mais deathcore, onde os elementos clássicos, apesar de presentes, não conseguem descaracterizar a essência deathcore que o CARNIFEX traz. Necrotoxic é uma faixa tecnicamente simples em questão de riffs mas que aposta bastante na sinfonia, semelhante a títulos de bandas como SHADE EMPIRE.
Por fim o interlude acústico Life Fades to a Funeral abre portas pra Countess of the Crescent Moon, que fecha o álbum de forma dramática e clássica.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | Para aqueles que apreciam o deathcore puro com certeza essa obra não irá agradar tanto quanto um The Cleansing do SUICIDE SILENCE. Entretanto, para quem busca um som diferente depois de anos ouvindo a mesma receita sendo tocada por diferentes nomes, o Slow Death surpreende e destaca-se completamente dentre outros títulos do gênero lançados esse ano.
1. Dark Heart Ceremony
2. Slow Death
3. Drown Me In Blood
4. Pale Ghost
5. Black Candles Burning
6. Six Feet Closer To Hell
7. Necrotoxic
8. Life Fades To A Funeral
9. Countess Of The Crescent Moon
10. Servants To The Horde

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