Def Leppard: A ressurreição do Hair Metal
Resenha - Def Leppard - Def Leppard
Por Thárik Leonardo
Postado em 01 de novembro de 2015
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Título: Def Leppard
Ano de Lançamento: 2015
Gêneros: Hard Rock, Heavy Metal, Hair Metal
1. Let’s Go: "Let’s Go", o primeiro single do álbum, marca um retorno a era de ouro da banda em seus vindouros discos dos anos 80. Os coros estão de volta, a animação está de volta, e a galera do Def Leppard mostra que idade não define competência. O refrão é grudento feito chiclete e a faixa é constante, firme e animada. Nota: 5/5
2. Dangerous: essa é uma faixa que parece ter vindo do disco Adrenalize (1992). Tem uma vibe muito pra cima e é contagiante, com um refrão legal e versos muito bons. O instrumental também é muito interessante por remeter certeiramente a época citada. Nota: 4/5
3. Man Enough: uma faixa competente que lembra o disco Slang (1996), com uma pegada meio sacana e um excelente refrão com ótimos riffs que variam a todo momento. A linha de baixo também é digna de nota. Excelente música. Nota: 4.5/5
4. We Belong: a primeira balada do disco chega perto de decepcionar, mas é salva por um refrão contagiante e gostoso de ouvir, a banda novamente soa como em Adrenalize (1992) mas em seus piores momentos. Nota: 3.5/5
5. Invicible: começa com uma linha de baixo excelente e logo entram dois riffs, um de base e um lead riff, ambos contagiantes e fortes. A música é muito legal, com uma bela letra e uma performance vocal muito agradável por parte de Joe Elliott. O refrão também é bem carismático. Nota: 4.5/5
6. Sea of Love: remetendo ao álbum Hysteria (1987), "Sea of Love" é uma faixa rocker vigorosa com versos cativantes e um ótimo refrão. Além disso, tem riffs muito competentes pra acompanhar e traz uma boa performance vocal de Elliott. Nota: 4/5
7. Energized: a faixa infelizmente é muito próxima do que a banda fez em seu pior trabalho, X (2002) e apresenta um instrumental fraco, versos muito comerciais e um refrão anti-climático. Nota: 2.5/5
8. All Time High: a faixa mais animada do disco até então é uma excelente música de Heavy Metal com vocal marcando presença com força, excelentes riffs e um refrão melhor ainda. Lembra muito o disco Hysteria (1987). Nota: 5/5
9. Battle of My Own: um acústico meio psicodélico é um dos grandes destaques do disco por sua originalidade e fugir completamente do estilo da banda, apostando em algo digno de Led Zeppelin III (1970), apenas mais espalhafatosa e pesada do meio pro fim. Uma das melhores faixas do disco. Nota: 5/5
10. Broken ‘n’ Brokenhearted: mais uma faixa demasiadamente Pop, é apenas um filler sem muito carisma e com uma proposta simples e pouco interessante. Nota: 3/5
11. Forever Young: "Forever Young" é uma faixa contagiante que novamente apresenta grandes influências de Hysteria (1987) e com seu estilo despojado e pra cima chega perto de se destacar como uma das melhores do disco, pecando apenas por apresentar versos inferiores ao refrão. Nota: 4/5
12. Last Dance: a segunda balada do trabalho tem uma vibe bem hippie, meio The Black Crowes, com uma melodia suave e instrumental íntimo e competente, a letra é muito romântica e melancólica e também lembra a era de ouro da banda, principalmente da faixa "Hysteria" do álbum de mesmo nome. Nota: 4.5/5
13. Wings of an Angel: "Wings of an Angel" é uma faixa inspirada, com uma entrada estupenda mostrando versos doces e suaves, tendo uma quebra brusca pra um refrão rocker e divertido. Excelente faixa. Nota: 5/5
14. Blind Faith: a terceira balada do disco infelizmente não repete o êxito das duas primeiras, com uma letra meio clichê e melodia simples demais. Mas não é uma faixa ruim não, só passa longe de ser um destaque. Nota: 3/5
Conclusão: após uma sequência de discos de gosto duvidoso o Def Leppard alcança sua redenção em uma volta triunfal com um disco inspirado em tudo o que a banda já fez de melhor. Def Leppard é um dos melhores discos de 2015 e certamente vai agradar os fãs da era de ouro da banda (1983-1992).
Destaques: "Let’s Go", "Man Enough", "Invicible", "All Time High", "Battle of My Own", "Last Dance" e "Wings of a Angel".
Nota: 4/5
Outras resenhas de Def Leppard - Def Leppard
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Tony Iommi (Black Sabbath) fala sobre seu melhor amigo, Brian May (Queen)
O metal do Angra respira: Alírio Netto e banda em noite iluminada.
A melhor introdução de bateria de todos os tempos, segundo Gastão Moreira
A opinião de Bruce Dickinson sobre o Cannibal Corpse em 1994
Bill Ward não quis participar da turnê de despedida do Black Sabbath
Curitiba ganha "Cidade do Rock" e recebe festival com gigantes do rock nacional anos 1980
Baterista do Linkin Park tenta tocar Paralamas e é detonado: "João Barone dá de mil nele"
O álbum definitivo do Dream Theater, na opinião do vocalista James LaBrie
O que o Nightwish pedia para Anette Olzon mudar no palco, segundo a própria
A canção dos anos 60 que Geddy Lee diz ser "heavy metal antes de existir heavy metal"
O curioso conselho de James Hetfield para vencer a bebida e ficar sóbrio para sempre
O Europe cansou de tocar "The Final Countdown"? Joey Tempest responde
Eddie Kramer contou o que o Kiss negou por anos sobre o disco ao vivo "Alive!"
O disco dos anos 70 que David Ellefson considera perfeito
Falling in Reverse lança "Joseph" com Corey Taylor e Serj Tankian em colaboração inédita
Ian Astbury, do The Cult, cita nominalmente times do Brasil e fala da paixão pelo futebol
O motivo pelo qual John Lennon odiava um clássico de Neil Young
Lemmy Kilmister realmente bebia uma garrafa de whisky por dia? Tony Iommi responde

O clássico do hard rock dos anos 1980 que banda achou tão ruim que regravou
Def Leppard anuncia box-set e divulga cover inédito dos Beatles
Documentário oficial "Long Live Def Leppard" será lançado em 2027
De AC/DC a ZZ Top, os 20 melhores discos lançados em 1981, segundo a Louder
Def Leppard ganhou premiação da indústria de "filmes de amor intenso"
Joe Elliott acha que único disco do Sex Pistols é tão planejado quanto um álbum do Genesis
A música de vocalista do Van Halen que o Def Leppard admitiu ter "roubado"



