Hazy: Não se deixe enganar pela capa

Resenha - Eternal Rise - Hazy

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Por Vitor Franceschini
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Ao checar a arte da capa destes paulistanos da Hazy já imaginei algo voltado para o Power Metal ou Metal melódico. Ledo engano, já que o quarteto opta por praticar um som mais pesado e soturno, apesar da melodia encaixada nas quatro composições presentes neste primeiro registro.

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A banda direciona sua música para os lados do Death Metal, mas sua sonoridade não se resume a isso. O Metal da morte é o foco principal, mas também há elementos diferenciados como a melodia já mencionada e certo ‘groove’ nas levadas, mesmo que nada exagerado.

Quando se trata de melodia, que fique bem claro que não tem nada a ver com aquele contexto das bandas de Melodic Death Metal, já que a dinâmica apresentada nas composições do Hazy é diferente. Músicas mais quebradas e com doses extras de peso se distinguem do comum.

Em algum momento a banda soa como se o Genocídio tirasse suas influências góticas e colocasse mais ‘groove’ em suas composições. Aliás, os timbres das guitarras lembram bem a lendária banda ‘brazuca’, sendo que a bateria também segue essa influência e o baixo é um dos destaques do trabalho.

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A boa produção, a cargo de Marcelo Pompeu e Heros Trench, no Mr. Som Estúdio, colabora muito para o resultado final do disco e o difícil mesmo é destacar uma das quatro composições, já que a qualidade ímpar de cada uma segue praticamente no mesmo nível. Muito bom.

http://music.hazyband.com/
https://www.facebook.com/hazybrasil

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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