Age of Artemis: Segundo álbum mantém o nível de qualidade elevado
Resenha - Waking Hour - Age of Artemis
Por Junior Frascá
Postado em 26 de agosto de 2014
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Em 2012 o AGE OF ARTEMIS chamou a atenção do público headbanger com o lançamento do ótimo "Overcoming Limits", um dos melhores álbuns de metal melódico/power metal nacional lançado nos últimos anos. E agora, comprovando sua ascensão, chegam ao segundo trabalho, "The Waking Hour", que acaba de chegar ao mercado nacional.
Age Of Artemis - Mais Novidades
Com uma ótima produção, a cargo de Brendan Duffey e Adriano Daga, o disco traz todos os elementos que os fãs do estilo esperam: vários riffs precisos de guitarra, cozinha precisa (na maioria do tempo veloz) e trabalhada, e as características linhas vocais de Alírio Netto, um dos melhores vocalistas brasileiros da atualidade, com um timbre agradabilíssimo e esbanjando técnica e precisão.
Os destaques do trabalho são a pesadíssima faixa título, com riffs fantásticos da dupla Gabriel Soto e Nathan Grego; e na variada "Melted In Charisma", que alia peso e melodia na medida certa, e possui um groove bem interessante, e ótimas linhas vocais.
O único ponto que podemos dizer que a banda regrediu é que, se no primeiro trabalho era perceptível uma identidade sonora bem evidente da banda (sem grandes revoluções, é verdade, mas fazendo um som bem diferenciado), desta vez as influências que a banda possui de ANGRA ficaram bem mais escancaradas. A faixa "Under the Sun", por exemplo, que abre o disco após a intro "Penance", e "Childhood" deixam isso bem claro, com vários elementos percussivos de música brasileira, dentre outros aspectos, que parece que estamos ouvindo álbum "Holy Land"; enquanto a semibalada "Hunger And Shame" remete ao álbum "Rebirth".
E em vários outros momentos podemos perceber essa influência, que embora não faça a banda soar como uma mera cópia da banda citada, acaba tirando aquele elemento "a mais" que o disco de estreia possuía.
Contudo, trata-se de um disco ótimo, que agradará em cheio os fãs do estilo, pois pouca são as bandas que conseguem manter a chama do metal melódico com tanta competência. Mas não espere por nada original ou inovador.
The Waking Hour - Age of Artemis
(2014 – MS Metal Records/Rising - Nacional)
Formação:
Alírio Netto - Vocais
Gabriel "T-Bone" Soto - Guitarras
Nathan Grego - Guitarras
Giovanni Sena - Baixo
Pedro Sena - Bateria
Tracklist:
1. Penance
2. Under the Sun
3. Broken Bridges
4. The Waking Hour
5. Hunger and Shame
6. Melted in Charisma
7. Childhood
8. Your Smile
9. Exile
10. New Revolution
11. Winding Road
Bonus Track:
12. Take me Home (Piano Version)
Outras resenhas de Waking Hour - Age of Artemis
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda iniciante de heavy metal que tem como objetivo ser o novo Iron Maiden
As 11 bandas de rock progressivo cujo primeiro álbum é o melhor, segundo a Loudwire
A música de guitarra mais bonita da história, segundo Brian May do Queen
O primeiro disco que Max Cavalera comprou; "Ouvia todos os dias"
Guns N' Roses ensaia hit não tocado há 35 anos e fãs criam expectativa para shows no Brasil
Arch Enemy publica vídeo com demos de música alvo de polêmica com Kiko Loureiro
"Não tema a morte"; a música sombria que alçou uma banda ao topo da carreira
O disco do Metallica que, para Cristina Scabbia, não deveria existir
David Ellefson diz que "Master of Puppets" foi o primeiro disco de metal progressivo
Yes suspende atividades e Steve Howe passará por cirurgia de emergência
O disco que define o heavy metal, segundo Lzzy Hale, vocalista do Halestorm
A controvertida estratégia militar que gerou um violento hino punk e reapareceu no Metallica
Alex Lifeson diz que primeiros ensaios do Rush com Anika Nilles não funcionaram tão bem
Dogma anuncia três shows no Brasil durante turnê latino-americana de 2026
A música do Metallica que lembra King Crimson, segundo David Ellefson
O disco que David Gilmour diz que todo guitarrista precisa conhecer
"Você não pode colocar eu e Robert Plant na mesma categoria", afirma Dee Snider
A banda que o jovem Chester do Linkin Park era fã e foi um integrante em sonho


Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
A todo o mundo, a todos meus amigos: Megadeth se despede com seu autointitulado disco
"Old Lions Still Roar", o único álbum solo de Phil Campbell
Death: Responsáveis por elevar a música pesada a novo nível



