Pile of Corpses: Death/grind com letras ácidas e sarcásticas
Resenha - For Sex, For Violence, For Alcohol - Pile of Corpses
Por Junior Frascá
Postado em 29 de junho de 2014
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Banda paulistana de metal extremo formada por Alba (vocal), JP (guitarra), Chefe (baixo) e Dentão (bateria), o PILE OF CORPSES finalmente coloca no mercado seu primeiro álbum completo, ‘For Sex, For Violence, For Alcohol’, gravado no estúdio Zastras e produzido por Alexandre Pereira e JP Amaral.
Com uma sonoridade bem intensa, direta e brutal, variando entre o death/thrash metal, e o grindcore, o quarteto é uma prato cheio para os amantes do extremismo sonoro, sem espaço para experimentalismos ou inovações, com riffs agressivos e insanos, cozinha precisa e sem muita frescura, e vocais cavernosos e macabros.
Só a produção do material que não ajuda muito, tendo deixados os instrumentos um pouco abafados, e estando bem aquém do que o mercado atual pode proporcionar. Mas mesmo assim é possível perceber as qualidades da banda no estilo proposto.
Outro fato que chama a atenção no material são as letras ácidas e sarcásticas criadas pela banda, como se percebe nas singelas "Gore Sex", "The Hymen Collector", "Masturbation of the Wicked", "Estupra mais não mata" (lembram daquele político?) e "Cut the Liver".
Alias, o disco é divido em duas partes: ‘Part I – Extreme Masturbation’ e ‘Part II – Extreme Violence’. E como os próprios caras afirmaram, a intenção era gravar um disco que tratasse só de temas sexuais, mas como tinham algumas músicas que abordavam outros temas, resolveram dividir o material, para não terem que descartá-las.
A arte da capa, que ficou por conta de Paulo Roberto Yamashiro, não é das mais chamativas, mas via de encontro com o sarcasmo "lírico" criado pelo quarteto.
Sem dúvida uma ótima pedida para os amantes dos subgênero mais extremos do metal.
For Sex, For Violence, For Alcohol – Pile of Corpses
(Independente - Nacional)
Part I – Extreme Masturbation
1. Foreplay
2. Gore Sex
3. Drowned In Cum
4. The Hymen Collector
5. Masturbation Of The Wicked
6. Estupra Mas Não Mata
Part II – Extreme Violence
7. Hail War
8. Cut The Liver
9. Devouring The Pork
10. Smashed In The Thrash Truck
Outras resenhas de For Sex, For Violence, For Alcohol - Pile of Corpses
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As Obras Primas do Rock Nacional de acordo com Regis Tadeu
Steve Harris defende "The X Factor" e reforça o peso emocional do álbum
O brasileiro que andou várias vezes no avião do Iron Maiden: "Os caras são gente boa"
O clássico do rock que mostra por que é importante ler a letra de uma música
Fã de treinos de perna, Nita Strauss fala sobre sua dificuldade com a barra fixa
O bizarro campeonato de futebol entre sósias de Raul Seixas, Elvis Presley e Bob Marley
A sumidade do rock nacional que expulsou Lobão de seu álbum solo
Os 11 melhores álbuns conceituais de metal progressivo, segundo a Loudwire
As bandas de heavy metal favoritas de Rob Halford; "o som deles me abalou até o fundo"
31 discos de rock e heavy metal que completam 40 anos em 2026
Vídeo de 1969 mostra Os Mutantes (com Rita Lee) tocando "A Day in the Life", dos Beatles
"Até quando esse cara vai aguentar?" O veterano que até hoje impressiona James Hetfield
O motivo do desentendimento de Silas Fernandes com Andreas Kisser, segundo Silas
Cinco obras-primas do Metal mundial, de acordo com Regis Tadeu
O guitarrista favorito de todos os tempos de James Hetfield do Metallica
O hit dos Beatles que é amargo para Julian Lennon: "Lembrete sombrio do que meu pai fez"
Slash falhou em seguir o conselho de Keith Richards, que mesmo assim foi lá e o apoiou
Cinco levadas matadoras criadas por John Bonham, baterista do Led Zeppelin

Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: "Load" não é um álbum ruim e crucificável
Black Sabbath: Born Again é um álbum injustiçado?



