Deus Otiosus: Terceiro álbum mesclando anteriores
Resenha - Rise - Deus Otiosus
Por Vitor Franceschini
Postado em 18 de junho de 2014
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Os prolíficos dinamarqueses do Deus Otiosus retornam com seu terceiro disco e mais uma vez acertam na fórmula. Sempre apostando no Death Metal puro e simples, a banda iniciou em seu primeiro álbum uma ode ao gênero da morte e se mantém assim até os dias atuais.
"Rise" se diferencia de seus antecessores por juntar ambos. Por mais que pareça irônico, essa junção gerou uma sonoridade mais variada. Afinal, no primeiro trabalho, "Murderer" (2010) a banda se utilizava de uma sonoridade mais cadenciada, enquanto em "Goddless" (2012) deu uma acelerada no andamento de suas composições.
"Rise" traz uma banda mais variada, com a cozinha forte e coesa que sempre possuiu e andamentos rápidos se alternando a climas mais lentos. A evolução dos guitarristas Peter Engkjaer e Henrik Engkjær é latente. As linhas de guitarras estão mais trabalhadas, melhor timbradas e com solos bem encaixados.
O vocalista Anders Bo Rasmussen continua urrando como nunca e está cada vez melhor. O detalhe é que as composições continuam com um ar obscuro, mas com alguns andamentos mais agitados e enérgicos. Tudo isso sem a banda perder suas características, o que é algo importantíssimo para uma carreira sólida.
A produção segue a boa linha orgânica e deixou um pouco de lado a parte rústica que marcou o trabalho anterior. Destaque para Rising War, Iron Rule, Walk the Shadows, Stand up and Fight (levada interessante) e Will and Fear. Não tenho dúvidas que o Deus Otiosus merece mais atenção na cena Death Metal.
http://www.deus-otiosus.com/
https://www.facebook.com/deusotiosus.dk
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Show do Guns N' Roses no Rio de Janeiro é cancelado
SP From Hell anuncia sua primeira atração internacional; festival será realizado em abril
Dave Mustaine: "Fizemos um esforço para melhorar o relacionamento, eu, James e Lars"
Por que Ricardo Confessori e Aquiles ainda não foram ao Amplifica, segundo Bittencourt
A banda que é "obrigatória para quem ama o metal brasileiro", segundo Regis Tadeu
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
Adrian Smith reconhece que o Iron Maiden teria acabado se Nicko McBrain não saísse
Megadeth divulga "Puppet Parade", mais uma faixa de seu novo (e último) disco
Dave Mustaine admite que seu braço está falhando progressivamente
As duas músicas do Metallica que Hetfield admite agora em 2026 que dão trabalho ao vivo
Cinco álbuns que foram achincalhados quando saíram, e que se tornaram clássicos do rock
O álbum "exagerado" do Dream Theater que John Petrucci não se arrepende de ter feito
Mike Portnoy se declara feliz por não ter sido convidado a tocar com o Rush
O álbum que o Led Zeppelin não deveria ter lançado, de acordo com Robert Plant
Por que Angra não convidou Fabio Laguna para show no Bangers, segundo Rafael Bittencourt
Por que Flávio Venturini do 14 Bis não participou do lendário álbum "Clube da Esquina"?
Queen e a artimanha infantil de Roger Taylor pra ganhar mais dinheiro que os outros
A solução encontrada por Paulo Ricardo para ficar 30 dias sem falar após problemas na voz


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



