Deep Purple: Os 40 anos de lançamento do "Burn"
Resenha - Burn - Deep Purple
Por André Floyd
Fonte: Blog Free Four
Postado em 16 de fevereiro de 2014
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O álbum de estreia da MKIII do Deep Purple completou 40 anos do seu lançamento em 15 de fevereiro de 1974. A incógnita "O que viria em seguida à saída do vocalista sensacional e aclamado Ian Gillan e do baixista competente Roger Glover?" ganhava uma resposta.
O Purple apresentava ao mundo David Coverdale como frontman e mais um vocalista que assumia também a função de baixista, o "The voice of rock", oriundo da banda Trapeze, Glenn Hughes.
Desse modo o Purple ganhava tons funky-soul, o que logo desagradara o guitarrista Ritchie Blackmore, que perdera a paciência no álbum seguinte "Storbringer" e viria a abandonar o barco.
Só que o disco é excelente. A faixa de abertura, a música título é talvez uma das melhores de toda a carreira do DP, com um riff que não perde em nada para o então já famoso riff de "Smoke And The Water", do álbum "Machine Head", e as imprescindíveis bases de teclado de Jon Lord, que estão inconfundíveis.
O single "Might Just Take Your Life", agora no álbum, emplacou nos shows, um hard rock com pitadas de soul, contribuição de Hughes que participa cantando em alguns trechos. E sobra imponência no vocal principal de Coverdale.
O solo da guitarra de Ritchie Blackmore em "Lay Down, Stay Down", dá o tom clássico que o guitarrista faz questão, pura categoria.
"You Fool No One", nos brinda com um duo vocal harmônico com os novos cantores afinadíssimos, e essa música ganharia proporções maiores ao vivo, sendo constantemente prolongada nos shows.
O "hard-blues" "Mistreated" é daquelas pra ouvir, arrepiar e chorar. Música estupenda de puro feeling, onde Coverdale crava seu nome como um vocalista que veio para brilhar. Essa música foi adotada por Glenn Hughes futuramente nos seus projetos pós Purple, onde solta seus esperadíssimos gritos e faz o público o ovacionar.
Enfim, o Deep Purple respondeu à incógnita acima com muito hard rock por excelência.
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