AntiVoid: Portugal domina no Death Metal!
Resenha - Senseless - AntiVoid
Por Christiano K.O.D.A.
Postado em 09 de dezembro de 2013
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Quando um disco de Death Metal te pega pelas tripas e te vira do avesso, é porque agradou, e muito. É esse o caso desse material preciosíssimo dos portugueses da AntiVoid, cuja completa audição é um perigo, por deixar as vísceras expostas. E os caras foram atrevidos, já que a banda surgiu em 2012 (sob o atual nome) e já colocou no mercado um belíssimo ‘full’!
Sem brincadeira, trata-se de um Death Metal ‘ols school’ extremamente empolgante, sem precisar tocar a mil por hora o tempo todo. Pois é, os caras não exageram e equilibram os momentos mais velozes (que não tão rápidos assim) com outros mais cadenciados. E que resultado fenomenal saiu disso!
Há aqui e acolá umas levadas quase Hardcore/Crust que fazem qualquer um levantar e começar a se arrebentar no mosh pit. Mesmo que o ouvinte forme a roda sozinho no recinto.
A primeira faixa, "Born to Die", tem um quê dos riffs da Napalm Death, daqueles tempos mais experimentais do grupo. Até o vocal remeteu um pouco a Barney Greenway, incrível! Mas a semelhança acaba aí.
Aliás, o vocalista Vitor é um urso, com seus vocais obscuros e demoníacos. Muito bons!
Mas seria possível destacar qualquer outra composição, pela qualidade inquestionável que todas possuem. Não tem novidades no som da AntiVoid, mas tem aquele elemento-chave que faz toda a diferença: pegada.
As músicas são impressionantemente encorpadas, "cheias" mesmo, bem "soco na cara". Esse efeito é, em grande parte, provindo do trabalho da gravação, aliada ao talento dos lusitanos. Não deixa sobreviventes.
E pra quem acha que será impossível adquirir o ‘debut’, é a hora da emoção: ele está disponível para download gratuito no site dos caras! Testemunhem um dos ótimos discos de Death de 2013 e espalhem a praga pelo planeta!
AntiVoid – Senseless
Independente – 2013 - Portugal
http://www.antivoidband.com/
https://www.facebook.com/antivoidofficial
[email protected]
Tracklist:
1. Born to Die
2. Believe
3. Life`s a Bitch
4. Children of Chaos
5. Riot Blow
6. Story from a Book
7. Silence Sucks
8. Endgate
9. The End of Days
10. Gods Pigs
11. Ungreatfull Sons
12. Dirty Love Song
13. Careless
14. Grind My Gears
15. Glad to Be Mad
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A canção que tem dois dos maiores solos de guitarra de todos os tempos, conforme Tom Morello
O megahit do Capital Inicial que, analisando bem a letra, não faz tanto sentido
Fãs mostravam o dedo do meio quando o Faith No More tocava "Easy" ao vivo
Os 5 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Duff McKagan do Guns N' Roses
Dave Mustaine não queria que Megadeth encerrasse atividades, mas reconhece dificuldades
A música do Black Sabbath que Ozzy Osbourne preferia que nunca tivesse sido gravada
As músicas de metal favoritas de James Hetfield, frontman do Metallica
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
O último mal-estar de Ozzy Osbourne junto ao Black Sabbath
O que Renato Russo quis dizer com a enigmática expressão "Metal Contra As Nuvens"
O guitarrista que Brian May diz ter inventado "um gênero inteiro" a partir do zero
Os 10 melhores álbuns do metal em 2025, segundo Emanuel Seagal
Skid Row deve anunciar novo vocalista ainda este ano, revela Rachel Bolan
Regis Tadeu diz que Sepultura não tinha obrigação nenhuma de dar força ao metal brasileiro
Matt Sorum: ex-baterista do Guns N' Roses conta porque não deseja voltar à banda
O psicológico significado de "Menina Veneno" de Ritchie, inspirado em conceito de Carl Jung


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



