Ghost Avenue: Heavy Metal como deve ser feito

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Por Vitor Franceschini
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Não se precisa de muita coisa para fazer o Heavy Metal tradicional fluir e soar agradável. Basta alguns riffs na medida certa, solos bem encaixados, um baixo que dê sustentação e uma bateria com o mínimo de técnica. Bom, não é tão fácil assim, fácil é resenhar o que é de qualidade ou não, quase tão fácil quanto comentar jogo de futebol.

Esses noruegueses do Ghost Avenue fazem exatamente o que é necessário para que seu Metal tradicional soe agradável. Não foge de clichês, deixa as influências de Saxon e Iron Maiden fluírem sem problemas, além de dosar tudo na medida certa com extremo bom gosto e desenvoltura.

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Claro, com tantas bandas que investiram no gênero desde o início de tudo, o leitor sempre irá pensar: ‘já ouvi algo parecido antes’. Sem dúvidas o deja-vú permanecerá, mas não podemos de forma alguma negar as qualidades e virtudes do quinteto de Oslo.

Músicas interessantes, gostosas de ouvir, com refrãos interessantes (na linha Hard Rock) além de um flerte com o Power Metal. Instrumental coeso e equilibrado, sem exagerar em momento algum. Sem contar o ótimo vocalista Kim Sandvik, que possui um ótimo timbre e interpreta as composições com garra.

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Tudo com uma ótima produção que não soa plastificada e dá uma aura mais visceral às músicas. Destaque para Crazy Eyes, Treasure Chest, All I Can Say e Legacy. Completam o time Magnus Liseter (baixo), Petter Lein (bacteria), André Berger e Øystein Wiik (guitarras).

http://www.ghostavenue.com/
https://www.facebook.com/pages/Ghost/139285026110775

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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