Pandemmy: ótimo trabalho com som variando entre o Thash e o Death
Resenha - Reflections & Rebellions - Pandemmy
Por Júlio Neto
Postado em 19 de agosto de 2013
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
E lá vem mais uma ótima banda nordestina com trabalho novo. Após os EPs Idiocracy e Dialetic, a Pandemmy lança o seu primeiro trabalho full, intitulado Reflections & Rebellions, trazendo um som variando entre o Thrash e o Death Metal, mostrando uma banda madura, entrosada e absolutamente consciente de sua qualidade.
O disco começa com uma intro bonita, com instrumentos de corda e logo em seguida chega a pancada Mind Effigies, forte candidata a melhor do álbum, com um excelente trabalho de guitarras, com solos longos, levada bem Thrash, mas com baterias Blast Beats e fortes referências ao Heavy Metal tradicional. Common is Different than Normal é uma regravação do EP Dialetic, tem um andamento mais cadenciado com passagens para banguear à vontade e ainda conta com um solo de baixo. Involution of a Lost Society também merece destaque por se diferenciar das demais, em um Thrash, Speed Metal bem rápido e variado. O disco fecha com chave de ouro com a ótima Ode To The Renegade que começa com um solo de guitarra e tem um andamento Death com levada meio punk e outro grande solo de guitarra no meio da música. Diferente e muito boa!
Este álbum foi produzido pelo experiente Fabiano Penna, que inclusiva participa com um solo de guitarra na faixa Whitout Opinion e foi quem compôs a intro. Antonio Araújo (Korzus) fez um solo de guitarra na faixa Heretic Life, música que também conta com a participação de Alcides Burn (Inner Demmons Rise) nos vocais. Raíssa Leal participou da faixa Coomon Is Different Than Normal e finalizando as participações, Alejandro Flores (Inner Demons Rise) gravou um dos solos da música Rubicon (Point of No Return).
Reflections &Rebellions é um disco que foi lançado para consolidar de vez a Pandemmy como um dos nomes fortes do underground nacional. Corra e adquiria logo o seu para curtir 11 músicas e 43 minutos de diversão!
Line Up:
Rafael Gorga – Vocals
Pedro Valença – Guitar
Diego Lacerda – Guitar
Augusto Ferrer – Bass
Ricardo Lira – Drums
Faixas:
01 – Farewell
02 – Mind Effigies
03 – Self Destruction
04 – Common is Different Than Normal
05 – Idiocracy
06 – Whitout Opinion
07 – Heretic Life
08 – Involution of a Lost Society
09 – The Price of Dignity
10 – Rubicon (Point of No Return)
11 – Ode to The Renegade
Outras resenhas de Reflections & Rebellions - Pandemmy
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Sid Wilson foi demitido do Slipknot, noticia o TMZ
A melhor música do Van Halen, de acordo com a Classic Rock
A música de David Gilmour no Pink Floyd que ele odeia e não ouve desde o lançamento
Tony Iommi responde se fará uma turnê para promover seu novo álbum "From the Dark"
Banda canadense toca em hospital para jovem que sonhava em ir a show de heavy metal
A canção pop dançante que Lemmy colocou no nível dos maiores clássicos dos Beatles
Vocalista do Sonata Arctica convenceu Tuomas Holopainen a continuar no Nightwish
A maior música de hard rock da história, conforme Gene Simmons
A melhor música da banda Dio, segundo o Loudwire
5 músicas do Iron Maiden que demoram para conquistar, mas valem a insistência
O álbum do Black Sabbath "tão agradável quanto arrancar dentes", segundo Geezer Butler
O álbum do Black Sabbath cujo sucesso surpreendeu Geezer Butler
As 13 músicas de rock que passaram mais de 100 semanas nas paradas britânicas
Ivan Busic reafirma sua conexão com o blues em novo álbum
O álbum do Rush rejeitado pelo público que Neil Peart guardava no coração
A melhor banda que Geddy Lee, vocalista do Rush, já viu ao vivo
A banda de rock "honesta e sem firula" que ainda consegue impressionar, segundo Omelete
O significado da oposição de "suor sagrado" e "sangue amargo" no hit "Tempo Perdido"



Left To Die, o supergrupo tributo ao seminal Death, lança seu primeiro disco
"Transpiração Contínua Prolongada" levou skate, rua e atitude para o topo do rock brasileiro
RHCP: O monstro saiu da jaula com um de seus melhores trabalhos



