Patria: uma linha mais rústica e focada no extremismo do Black
Resenha - Nihil Est Monastica - Patria
Por Vitor Franceschini
Postado em 17 de abril de 2013
Nota: 9 ![]()
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Mantus (guitarra/baixo e bateria) e Triumphsword (vocal) chegam ao seu quarto full-length sem dar meias voltas e sendo extremamente fieis ao estilo que sempre adotaram neste projeto paralelo denominado Patria. Projeto este que já pode ser consolidado como uma banda em si, apesar de um duo.
Mesmo praticando o estilo de suas outras bandas (Mantus também integra o consagrado Mysteriis, enquanto Triumphsword é membro do Land of Fog e do Thorns of Evil), o Patria segue uma linha mais rústica e focada no extremismo do Black Metal. E o faz com tanta competência que chega a ser chover no molhado elogiar este mais novo trabalho.
"Nihil Est Monastica" segue os trilhos dos trabalhos anteriores, mas possui um conteúdo extra de agressividade, gana e melodia, sendo que este último quesito é bem limitado, não tirando o sentimento de ódio e rancor das composições. Enfim, é algo que você pode sentir como se fosse uma evolução natural.
Desde a introdução que dá nome ao trabalho e traduz exatamente o que sentimos antes de ouvir o disco, até composições como Conquering Death's Palace, Nyctophilia, Ascendent of Darkness e Storm Before Eternity (que riff sensacional) temos um deleite e a confirmação do que é o Metal negro tupiniquim.
"Nihil Est Monastica" ainda conta com um odioso cover para Black Vomit dos mestres do Sarcófago e é embalado por uma capa tradicionalíssima que ficou a cargo do artista romeno Costin Chioreanu. Como de costume no gênero o trabalho será lançado em vinil, K7 e digipack. Mais uma prova do poder do Black Metal brasileiro!
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