Way Of Purity: bem simples e pouco atrativa
Resenha - Crosscore - Way Of Purity
Por Pedro Humangous
Postado em 02 de novembro de 2012
"Nunca julgue um livro pela capa". Uma frase antiga e de conhecimento de todos, mas nunca caiu tão bem para descrever a banda The Way Of Purity.
Ao ver o próprio nome da banda, o logotipo e a arte da capa, pensei que encontraria uma banda de Deathcore ou algo do genero. O que vemos é uma banda atirando pra todos os lados tentando acertar em algum estilo dentro do Metal. A começar pelo visual da banda, temos duas mulheres (uma delas a vocalista) e mais três homens, todos mascarados e sem revelarem seus nomes, suas identidades. A filosofia da banda é apresentar somente o som, sem involver o aspecto visual como interferência na absorção do produto final. A meu ver, isso nada mais é do que uma jogada (fraca) de marketing. Isso já funcionou muito bem com bandas como Slipknot e Brujeria por exemplo, mas a pergunta que fica é: será que isso ainda é interessante para o mercado? As três primeiras faixas desse álbum de estréia chamado "Crosscore", são mais diretas e agressivas, com direito a blast beats e bases quebradas. Inserções de sintetizadores deixam as coisas um pouco mais interessantes para apreciadores do Metal Industrial. Mas quando chegamos à quarta faixa é que o álbum destoa e começa a ficar difícil digerir o que sai das pobres caixas de som. Os vocais femininos, antes brutais, agora soam leves e desinteressantes se formos comparar à proposta inicial. É como se o Evanescence resolvesse tocar Death Metal. A próxima música mantém o baixo padrão de composição e segue numa base mais punk, bem simples e pouco atrativa. O restante do álbum prossegue com a mistura desenfreada de estilos musicais, deixando a impressão final de terem muitas idéias na hora de compor mas pecam ao executá-las. Quem sabe eles encontrem o caminho da pureza num próximo lançamento.
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