Still Alive: eclipsado por outros discos de Metal Melódico
Resenha - Kyo - Still Alive
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 02 de outubro de 2012
Nota: 6 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Com origem no Rio de Janeiro, o Still Alive surgiu em 2008, após algumas reformulações em outra banda, o Ruthless Cry. Ainda que as mudanças de músicos persistissem, o grupo seguiu compondo e, após liberar o single "Human" em 2010, reuniu esforços para concluir a tão almejada estreia em disco, "Kyo", que encontrou o respaldo da MS Metal Records para agora chegar ao mercado.
É impossível ignorar todos os cuidados para que "Kyo" resultasse em um debut profissional: áudio de primeira, cuja produção é de Edu Falaschi (Almah, Artemis) e mixagem e masterização que passaram pelas mãos de Brendan Duffey e Adriano Daga no Norcal Studio, além da bela arte elaborada por Felipe Machado Franco (Blind Guardian, Iced Earth, Rhapsody Of Fire). Tudo muito coerente e legal.
Porém, musicalmente, "Kyo" segue uma linha já muito explorada, seguindo basicamente a cartilha do chamado Heavy Metal Melódico. Os músicos sabem como gerenciar suas habilidades, e a linearidade e elegância do repertório é a prova disso. Mas essa mesma linearidade também impede que alguma canção se sobressaia, o que, somado à compreensível dificuldade em acrescentar sua marca em um segmento há tempos marcado pela saturação, faz com que a audição fatalmente se torne previsível.
Ou seja, "Kyo" é um registro eclipsado por tantos outros álbuns de metal melódico que o antecederam nas últimas duas décadas... Mas é o estilo do Still Alive e deve ser respeitado, em especial por seus 50 minutos possuírem muitos elementos que certamente encontrarão o afeto do público devoto de Angra, Shaman e similares. Neste caso, o mais sensato é o leitor conferir e tirar suas próprias conclusões.
Contato:
http://www.myspace.com/metalstillalive
Formação:
Walter Campos - voz
Gil Vasconcelos - guitarra
Felipe Fantuzzi - baixo
Rodolfo Iriarte - teclados
Marcelo Moreira - bateria (convidado)
Still Alive – Kyo
(2012 / MS Metal Records – nacional)
01. Forgiven Secrets
02. Unchained Souls
03. Human
04. To Live Forever
05. Lady In Black
06. Into The Snake Pit
07. The Journey Of The Lonely Seeker
08. Dream Hunter
09. Embraced
10. Daybreak And Storm (The Master Of Life)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Timo Tolkki abre o coração e lamenta não ter valorizado ex-colegas de Stratovarius
A música que o Helloween resgatou após mais de 20 anos sem tocar ao vivo
Dave Mustaine explica por que resolveu colocar um ponto final na história do Megadeth
Pink Floyd anuncia a coletânea "8-Tracks", que inclui versão estendida de "Pigs On The Wing"
"Não somos um cover, somos a banda real", diz guitarrista do Lynyrd Skynyrd
Blaze Bayley não gostou de trabalhar com o produtor Rick Rubin; "Ele era maluco"
Cinco versões "diferentonas" gravadas por bandas de heavy metal
Terry Painkiller detona cobrança para que bandas brasileiras de rock cantem em português
Roland Grapow traz ao Brasil show celebrando 30 anos de clássico do Helloween
As 11 bandas de rock progressivo cujo primeiro álbum é o melhor, segundo a Loudwire
Ícone do thrash metal, Mille Petrozza não dá muita atenção ao "Big Four"
Savatage divulga detalhes completos de novo álbum ao vivo
Geddy Lee explica por que Rush não quis alguém como Mike Portnoy no lugar de Neil Peart
A música do Metallica que foi inspirada em "Run to the Hills" (e virou um "patinho feio")
Rob Halford revela por que deixou o Judas Priest após "Painkiller"
As últimas palavras de cortar o coração que George Harrison dirigiu ao amigo Ringo Starr
A explicação do Metallica para o volume do baixo em "...And Justice For All"
O relacionamento de Gillan, do Deep Purple, com Ritchie, Satriani, Coverdale e Hughes

Moonspell atinge o ápice no maravilhoso "Opus Diabolicum - The Orchestral Live Show"
Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



