I, Machinery: Metal português feito com inteligência
Resenha - A1 - I, Machinery
Por Pedro Humangous
Postado em 27 de junho de 2012
Nota: 9 ![]()
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A cena do metal em Portugal vem crescendo assustadoramente a cada ano que passa. Muitas bandas – excelentes, por sinal – estão surgindo e dos mais diversos estilos. O I, MACHINERY sugere uma roupagem mais agressiva, utilizando-se de pouca melodia e mais brutalidade por meio de uma afinação baixíssima, bateria com compasso quebrado, vocais urrados e guturais.
Já imaginou o estrago, certo? Certo. A banda irá agradar em cheio aos fãs de MESHUGGAH, por exemplo, pois segue a mesma linha. As composições são fortes e cheias de ira, resultando em uma massa sonora que faz pouco caso dos seus ouvidos, devastando tudo o que estiver pela frente. O EP – que contém sete faixas – foi literalmente um dos primeiros lançamentos de 2012, já que foi liberado no mercado no dia primeiro de janeiro. O disco me agradou bastante, logo na primeira vez que coloquei para tocar. O peso absurdo em todas as faixas chega a assustar. Toda a banda executa cada nota com maestria, porém, torna-se impossível não destacar o trabalho do vocalista – passando do gritado ao urrado, do gutural ao high pitch, utilizando-se ainda de partes mais faladas, no estilo Corey Taylor. Destaque para as faixas "Tumatauenga" – que está disponível para download gratuito na coletânea da HELL DIVINE - "Vivisection" – pelos riffs viciantes e descomunais – e "Abaddon". Uma grata e bela surpresa do velho continente e que merece sua atenção. Não sairá tão cedo do meu player!
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