Skypho: Um dos nomes mais ecléticos de Portugal
Resenha - Same Old Skin - Skypho
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 30 de maio de 2012
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Ainda que apareçam poucos registros lusitanos aqui no Brasil, dá para sacar que o cenário daqueles lados é bastante diversificado. E, neste sentido, o Skypho é considerado um dos nomes mais ecléticos de Portugal. Suas atividades se estendem para pouco mais de uma década e, após liberar a demo "Hidden Faces" (04) e o EP "Nowhere Neverland" (07), agora chegou a hora de marcar sua estreia com um álbum completo chamado "Same Old Skin", lançado em 2011 de forma independente.
E o Skypho não impôs limites em termos de estilos adotados em "Same Old Skin"... O pessoal abraça o heavy metal todo alternativo, o ska, música oriental e, oras vejam, "Jungle Syndrome" tem samba (traçaram um paralelo com o título?). Cantando em seu idioma pátrio e em inglês, os portugueses conseguem amarrar com eficiência estas sonoridades contrastantes – especialmente em "The Spirit" – mas é fato que tanta experimentação dividirá muito as opiniões por aí.
Contudo, o Skypho também investe em composições não tão ambiciosas e, assim, com maior poder de assimilação, como é o caso das funcionais "My Insomnia" e a balada "White Bird"; mas esta direção acaba sendo uma minoria, a ideia por aqui é uma verdadeira mutação sonora. A produção geral do disco é de primeira linha, desde o áudio, gravado por Ivo Magalhães em Tio Rock Studios (Portugal) e masterizado por Jens Bogren (Opeth, Katatonia, Soilwork) no Fascination Street Studios (Suécia), além de o projeto gráfico ser em digipak e repleto de belíssimas fotografias.
Com tantos ritmos e sons, este se torna um disco que muitos julgarão de ácida digestão, mas esse é o preço frequentemente pago por se investir em uma música de maior profundidade artística. Ainda assim, o público que aprecia nomes como Ill Niño, Korn, Pearl Jam, aliado às experimentações de Opeth e Pink Floyd, certamente encontrarão muita coisa interessante em "Same Old Skin". Merece uma conferida!
Contato:
http://www.myspace.com/skypho
http://www.skyphoband.com
Formação:
Carlos Tavares - voz e violão
Hugo Sousa - guitarra
Zé Vidal - guitarra
Ricardo Santos - baixo
Ricardo Fontoura - bateria
Hugo Oliveira - percussão
Skypho - Same Old Skin
(2011 / independente - importado)
01. s.d.s
02. Sleeping In The Monster's Bed
03. A última Caminhada
04. My insomina
05. Your Love, My Cage, My Prison, My Rage
06. Spirit
07. Nowhere Neverland
08. Demon's Party
09. Darkness Of The Soul
10. My Last Words
11. Re_Nasce
12. Jungle Syndrome
13. White Bird
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O clássico do Genesis que Phil Collins não quis mais cantar por não entender a letra
"Crucificados Pelo Sistema", disco icônico do punk nacional, é relançado com bônus
Prestes a completar 80 anos, baterista Chris Slade (AC/DC, The Firm) anuncia aposentadoria
A canção do Led Zeppelin que Robert Plant acha difícil cantar até hoje
A saga de Christopher Lee no Heavy Metal
Os melhores discos de rock e metal lançados em 1982, segundo a Louder
Mick Jagger elege seus álbuns e músicas favoritos dos Rolling Stones
A canção amaldiçoada do The Who que Roger Daltrey nunca mais vai cantar
A banda de rock que não saía dos ouvidos do escritor Gabriel García Márquez
Paul McCartney elege os 3 maiores bateristas do rock de todos os tempos
A polêmica capa do Bon Jovi mudada por seu vocalista porque "seria um suicídio profissional!"
A brutalidade do Grave Digger em "Return of the Reaper"
Os dois Titãs que realmente faziam a diferença, segundo o empresário Manoel Poladian
A banda que Angus Young chamou de "Led Zeppelin de pobre"
O lendário baterista com quem Keith Richards odiou tocar: "Não tocava p*rra nenhuma!"
A sincera opinião de um nativo indígena sobre "Run to the Hills" do Iron Maiden
A banda que Ian Anderson disse ter melhorado o mundo; "Grandes canções e execução inovadora"
Como a iminente separação de uma banda no auge gerou um dos maiores clássicos do Rock

Kinetic Orbital Strike despeja treze bombas punk/crust destruidoras
Ürütaü - Trabalho de estreia, qualidade de veteranos
A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Os 50 anos de "Journey To The Centre of The Earth", de Rick Wakeman
Guns N' Roses: o último grande álbum de rock feito a mão



