RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

O riff de 1975 que Dave Grohl diz ter dado origem ao heavy metal na sua forma mais rápida

O álbum "exagerado" do Dream Theater que John Petrucci não se arrepende de ter feito

Nikki Sixx celebra os 45 anos do Mötley Crüe em post online

A música feita pra soar mais pesada que o Black Sabbath e que o Metallica levou ao extremo

Max Cavalera só curtia futebol até ver essa banda: "Virei roqueiro na hora"

Quando perdemos o artista que, para Slash, era um dos maiores talentos musicais do século 20

A última grande cantora de verdade que existiu, segundo Regis Tadeu

A música do Angra que Rafael Bittencourt queria refazer: "Podia ser melhor, né?"

A música do Soulfly que faz Max Cavalera se lembrar de Joe Satriani

Após a saída de Max Cavalera, muita gente deu as costas ao Sepultura, segundo Derrick Green

A música sobre "políticos celebridades" que inspirou Tom Morello a criar uma banda

A resposta que James LaBrie gostaria de dar para quem critica sua voz

O riff escrito nos anos 2000 que causou inveja em Jimmy Page

Clemente reaparece após problema de saúde e agradece mobilização pública

O melhor single do Wings de todos os tempos, segundo Paul McCartney


Stamp
Bangers Open Air

Desecrated Sphere: Brutalidade, melodia e técnica

Resenha - Unmasking Reality - Desecrated Sphere

Por
Postado em 05 de maio de 2012

Acredito que o mais difícil de se estabelecer em uma banda de Technical Death Metal é o entrelaçamento entre o técnico e a melodia. Normalmente a velocidade dos sweeps e tappings, e palhetadas fritadas em riffs medonhos espantam e excitam os ouvintes de música extrema, e a melodia acaba sendo deixada um pouco de lado, em consequência do frenesi das músicas brutais e técnicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 1

No entanto, o Desecrated Sphere consegue manter a brutalidade musical, os arranjos técnicos, e acima de tudo, uma melodia intrigante. Embora as minhas palavras ditas anteriormente no primeiro parágrafo não se apliquem necessariamente ao Desecrated Sphere - ou se aplicam em parte - achei válido o mencionamento, para que os leitores tomem noção da dimensão da coisa. Portanto, o Desecrated Sphere trata-se de um ponto de encontro entre três vertentes: a brutalidade, a melodia e a técnica, algo que pode espantar qualquer ouvinte de música extrema inicialmente, devido ao tamanho profissionalismo desses caras, e por se tratar de uma banda relativamente "nova".

Aqui pode-se encontrar influências claras de bandas como Obscura e Decapitated, onde arrisco a dizer que o Desecrated Sphere mantém uma característica de música progressiva, o que poderíamos chamar de Techinal Progressive Death Metal, algo bem semelhante e especialmente ao Decapitated, embora possua personalidade forte, com características próprias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 2

O disco "The Unmasking Reality" começa com uma introdução suave, intitulada "Unnatural Transformation", que dá abertura para a canção "Ruin", que literalmente deixa os tímpanos em ruínas, pois tamanha a brutalidade da música. Destaque para "Gospel is Dead", que possui andamento pausado e um arranjo bem elaborado e planejado, canção o qual já mereceu um vídeo clipe oficial do grupo. Destaque também para "No Paradise Waits" que possui ritmo mais cadenciado e viscoso, com utilização dos harmônicos de guitarra que dão um toque especial à canção. À parte de alguns momentos de cadenciamento e andamento pausado, todas as músicas se resumem em um porradeiro estúpido e irrefreável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 3

É válido reafirmar o talento de todos os membros do Desecrated Sphere, que desempenham seus respectivos papéis com vigor, inclusive o baixista José Mantovani, que faz questão de deixar claro seu talento com as quatro cordas em todas as canções. Ao contrário de muitas outras bandas que deixam seus futuros em dúvida, o Desecrated Sphere mostra em seu primeiro registro extremo profissionalismo, deixando subentendido um futuro promissor, porém sem muitas surpresas e sem muitas delongas: uma carreira bem sucedida de porradeiro débil e selvagem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 4

Outras resenhas de Unmasking Reality - Desecrated Sphere

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Dish Carpens


publicidadeRogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Plínio Alves

Plínio Alves, formado em Administração de Empresas, blogueiro nas horas vagas. O primeiro contato com o Heavy Metal se oficializou aos 11 anos de idade com um um CD do Nirvana, "Nevermind". Depois deste marco, a paixão pela música pesada se desencadeou de forma bem natural e prazerosa. Dois anos depois, estarrecido com o som pesado e provocador de bandas de Death e Black Metal, se tornou um fã de carteirinha do estilo. Embora seja fã de estilos específicos, declara ter afinidade com qualquer rótulo musical dentro do Heavy Metal, sem preconceito algum. Duas bandas que resumem sua vida: Alice in Chains e Deicide. Os demais textos do autor podem ser vistos no blog Polêmico Rock.
Mais matérias de Plínio Alves.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 4 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS