Seita: Intercalando velocidade com seções cadenciadas
Resenha - Asymmetric Warfare - Seita
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 10 de abril de 2012
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Na ativa desde 2006, o Seita se caracteriza por ser uma banda com músicos brasileiros que tem como base a Holanda, cuja repercussão do EP "Imprint Forever" (08) foi tão positiva possibilitou que mostrassem todo o extremismo de sua música em apresentações incendiárias pela Europa e Ásia. Muito trabalho duro em terras estrangeiras e o recrutamento do uruguaio Diego Gomez para o contrabaixo começaram a gerar frutos, tanto que o pessoal assinou com o selo alemão SAOL/cmm para a tão aguardada estreia em disco, "Asymmetric Warfare".
"Asymmetric Warfare" mostra o Seita amadurecendo cada vez mais sua proposta e com uma sensível preocupação em oferecer canções cada vez mais diversificadas e sem perder o foco do Heavy Metal extremo. Intercalando velocidade com seções cadenciadas, sua mescla de Death e Thrash possui as raízes na velha escola do gênero, mas com um áudio final bem contemporâneo, com a escolha de ótimos timbres e a correta valorização de cada um dos instrumentos, que aparecem encorpados e muito definidos.
Ou seja, o panorama global realmente é instigante para qualquer headbanger. Ainda que a audição se revele linear, dá para destacar a abertura "The Awakening", que resume bem o que é o Seita; a violentíssima "Batism", que segue uma linha mais Death Metal e, principalmente, "Ditadura", cheia de variações e cujo final se torna ainda mais emocionante pela inserção das melodias de "Pra não Dizer que não Falei das Flores", hino de resistência de Geraldo Vandré, proibido pelo câncer que foi a ditadura militar no Brasil nos velhos tempos.
Muitos artistas reclamam da falta de espaço e do difícil apoio por parte do público... São pontos importantes a serem considerados, mas é com bons discos que um artista vai construindo, aos poucos, sua reputação. Assim, se "Imprint Forever" já exibia um Seita com potencial de sobra, esta característica se cristaliza com "Asymmetric Warfare". Um ótimo trabalho, que mostra todo o jeito latino-americano de se fazer Heavy Metal!
Contato:
http://www.myspace.com/seitaofficial
Formação:
Michel Gambini - voz e guitarra
Edson Munhoz - guitarra
Diego Gomez - baixo
Dom Mura - bateria
Seita - Asymmetric Warfare
(2012 / SAOL/cmm – importado)
01. The Awakening
02. Godlike
03. Know Your Enemies
04. The Riot Starter Inside Everyone
05. Reborn On Fire
06. What Cures
07. Baptism
08. Oppressive Redemption
09. No One But Me
10. Ditadura
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O melhor livro de todos os tempos, segundo Robert Smith do The Cure
System of a Down puxa coro contra o Oasis durante show em Londres
A melhor música de todos os tempos, na opinião de Tarja Turunen
Brent Hinds vivia "escapando da morte", segundo baterista do Mastodon
O melhor disco do Scorpions, segundo a Classic Rock
Mick Jagger diz que ser um rockstar deixa a mente permanentemente danificada
Slipknot confirma produtor com o qual está trabalhando em novas músicas
A música que fez James Hetfield sair da zona de conforto como vocalista
Slash elege os 10 maiores riffs de guitarra de todos os tempos
A banda que reviveu estilo esquecido de metal e arrecadou R$705 mil em 37 minutos
A música "numero 1" do AC/DC, na opinião de Angus Young
O truque de Paul Stanley em shows do Kiss que Bruce Dickinson queria levar ao Iron Maiden
Erik Mortensen, baixista do Communic, falece aos 59 anos
O melhor timbre de guitarra de todos os tempos para Slash; "pesado pra caramba"
O disco dos anos 70 que David Ellefson comprou por conta da capa
O disco clássico do Sepultura que fez Foo Fighters perder 50 mil dólares
Kerry King afirma que admirava Mustaine desde que ele tocava no Metallica
A bronca que Oswaldo Montenegro deu em Rafael Bittencourt ao descobrir sobre o Angra

Brasileiro Puukkojunkkari faz ótimo punk/hardcore extremo cantando em finlandês
A Arquitetura da Fé e da Melodia - Michael Sweet Transmite Paz em "The Master Plan"
Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



