RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas

imagemA música de Raul Seixas que salvou a carreira de Chitãozinho e Xororó

imagemDeep Purple: David Coverdale revela quem quis como substituto de Ritchie Blackmore

imagemAndi Deris tem problemas de saúde e shows do Helloween são adiados

imagemO brasileiro com a voz parecida com a de Axl Rose que viralizou no TikTok

imagem"Quem não gosta de Beatles bom sujeito não é", diz João Gordo

imagemO Raul Seixas não era nada daquilo que ele falava, diz ex-parceiro musical

imagemProdutor da turnê de Paul Di'Anno explica problemas no primeiro show

imagemVocalista do Fleshgod Apocalypse é pedida em casamento durante show da banda

imagemO motivo nada musical que fez Bruce Dickinson querer se juntar aos hippies

imagemZelador viraliza após incrível semelhança com voz de Steve Perry em "Don't Stop Believin'"

imagemTony Iommi conta quais são os riffs preferidos que ele escreveu

imagemShane Hawkins, filho de Taylor Hawkins, ganha prêmio de melhor performance do ano

imagemEm disputa acirrada, fãs batem recorde e elegem melhores discos de metal de 2022

imagemEloy Casagrande repete o feito sendo eleito melhor baterista de metal do mundo

imagemPaul Stanley sabia que seria um rockstar desde a sua juventude


Bruto: Nome totalmente condizente à proposta musical

Resenha - Mundo Destruído - Bruto

Por Ben Ami Scopinho
Postado em 02 de março de 2012

Nota: 7

Opa, barulheira da boa! Em 2004, o pessoal de Gama (DF) teve as manhas em batizar sua banda com um nome totalmente condizente à proposta musical. O Bruto já tinha liberado em 2006 a "Fita Demo" e começou a marcar presença em festivais como Tattoo Rock Fest 2011 (GO), Bananada (GO), Porão Do Rock 2006/2011 (DF), ForCaos 2007/2010 (CE), entre vários outros, e tocando ao lado de nomes como Krisiun, Torture Squade, Matanza e Ratos de Porão.

O tempo passou e agora o Bruto está estreando com o independente "Mundo Destruído". E, sim, os brasilienses adotaram a língua portuguesa, e com tal agressividade que persiste alguma dificuldade para sua devida compreensão em meio a tanto inconformismo. Mas isso não é problema, principalmente se levarmos em conta que esta característica é comum no Heavy Metal extremo, aqui mesclando o Death, Thrash e Hardcore, com características lá do final dos anos 1980 e da década seguinte.

O resultado é espetacular, com variações de ritmos – os grooves estão matadores! – e melodias bem encaixadas, tudo recheado de arranjos simples, mas que primam por uma energia primitiva que tem tudo para conquistar o headbanger que aprecia o estilo. Ainda que a própria faixa que batize o disco seja o grande destaque, o repertório se saiu bem linear ao longo dos cerca de 30 minutos de audição, e, mesmo com a bateria meio abafada e com um timbre que poderia ser mais bem escolhido, o resultado convence.

O álbum traz como bônus um vídeo para a própria "Mundo Destruído" (a presença dos jornais impressos ao chão foi uma boa sacada para ilustrar tanta desgraceira!), e também merece destaque a imagem que ilustra a capa do CD, cujo personagem está propenso a se tornar a mascote da banda. O Bruto está de parabéns pelo trabalho e merece uma cuidadosa conferida, pois funciona muito bem!

Contato: www.myspace.com/brutodf

Formação:
Kbça - voz
Rodrigo - guitarra
Leo - guitarra
Henrique - baixo
Sávio Américo - bateria

Bruto – Mundo Destruído
(2011 / independente – nacional)

01. Intro
02. Mundo Destruído
03. Igrejas
04. Paraíso Quitado
05. Vai se Fuder
06. Obscuro
07. Porrada
08. Ilustração
09. Cidade Adormecida
10. PQP Que Porra é Essa!
11. Brutality (faixa bônus)

+ Mundo Destruído (vídeo oficial)


Outras resenhas de Mundo Destruído - Bruto

Resenha - Mundo Destruído - Bruto

Resenha - Mundo Destruído - Bruto

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Siga e receba novidades do Whiplash.Net:
Novidades por WhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Stamp

Slayer: a trágica e não revelada história do fim de Jeff Hanneman


publicidadeAdemir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | André Silva Eleutério | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Euber Fagherazzi | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Henrique Haag Ribacki | José Patrick de Souza | Julian H. D. Rodrigues | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".
Mais matérias de Ben Ami Scopinho.