Necropsya: Orientado pelos caminhos do Thrash Metal

Resenha - Distorted - Necropsya

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Por Arthur Matos
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Nota: 8

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Colecionando algumas honras como a nomeação pelo "Prêmio Ivo Rodrigues" na categoria "Melhor Banda de Metal" de Curitiba, assim como algumas citações extremamente positivas da mídia, o Necropsya entrega nesse segundo álbum um trabalho bem inspirado que faz jus a todo o alarde envolto na banda atualmente.
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Com um estilo particular, porém orientado pelos caminhos do Thrash Metal, “Distorted” (seu segundo álbum) proporciona ao ouvinte uma experiência satisfatória nas suas treze faixas, cada uma com suas nuances, mas sem perder a identidade característica.

Iniciando com a pedrada "Easy Target", passando mais adiante pelas ótimas "Proud and Maggots", "Distorted" e pela inusitada "What the Hell?", o segundo álbum desses curitibanos entrega um petardo atrás do outro não deixando o ouvinte descansar um minuto sequer. Vale o destaque para as duas faixas cantadas em português, “Utopia” e “Stress”, ambas excelentes.

E como sou um apreciador de artes de capas não poderia deixar de elogiar o projeto gráfico de “Distorted” que fora concebido por Allan Deangeles. O conceito “clean” a priori é estranho se tratando de uma banda extrema, porém analisando o conceito como um todo é impossível não prestar as devidas reverências a tal arte.

Em suma “Distorted” é um belo trabalho, que prima pelo orgânico e original guardadas as devidas proporções. Realmente uma banda que tem tudo para figurar entre os medalhões do Sul do país. Mais que recomendado. Kill The Time!

Tracklist:

1. Easy Target 03:59
2. Proud and Maggots 05:24
3. Ask Myself 02:33
4. Kill 'Em 07:18
5. Son of Bitch 03:31
6. Sorry 01:26
7. What Remains for You 04:51
8. Head Up! 03:40
9. Individual 05:31
10. Utopia 05:16
11. What the Hell? 05:31
12. Distorted 05:21
13. Stress 03:17

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Sobre Arthur Matos

Nascido no Triângulo Mineiro, Arthur Matos trabalha no mercado livreiro e é fundador e editor do site Just Kill The Time. Estudante de Relações Internacionais e administração, teve contato com o Rock desde cedo e logo se viu imerso em um mundo onde não há saída. Fã de (quase) todas as vertentes do Rock, tenta ajudar a cena que tanto gosta de uma forma ou de outra, seja trabalhando com bandas, comprando um CD ou vendendo os mesmos. Acredita que Varg é o gênio do mal mais talentoso do mundo. Também acredita que o Iron Maiden nunca deveria acabar.

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