Anasarca: Death Metal sujo, podre, extremo e tradicional
Resenha - Dying - Anasarca
Por Christiano K.O.D.A.
Fonte: Som Extremo
Postado em 25 de dezembro de 2011
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Que death metal bom de se ouvir. Sujo, podre, extremo e bem tradicional. Pois é, não há novidades no som, só que é aquela coisa: quando é bem realizado, merece elogios. Não soa enjoativo e realmente anima.
Para quem não conhece (e deve ser um bom número de pessoas), esses alemães já têm mais de quinze anos de vida e três álbuns nas costas. "Dying", o último até agora lançado, é sem dúvida o mais maduro e mostra que, dentro dos padrões do estilo, é possível criar coisas empolgantes, como é o caso de "Blame Myself", uma pedrada daquelas!
E a música que fecha o disco, a faixa-título, também é muito boa, com seu denso começo, que se transforma na porradaria de costume desse pessoal. Os riffs também chamam a atenção.
É legal constar que, a cada disco, a Anasarca remou contra a maré e foi se tornando mais barulhenta. Que bom exemplo! No primeiro full length, eles soavam um tanto inexperientes e primitivos, mas agora, seis anos e dois discos depois, nota-se uma perceptível evolução. Não sei se para o bem ou para o mal, mas o fato é que o pessoal tem influências fortíssimas da escola norte-americana.
A banda também é do tipo "silêncio, caos, silêncio", ou seja: começam avassaladores, mandam seu recado e rapidamente se retiram. O pouco mais de meia hora de duração do disco causa danos estruturais no seu quarto ou sala. As composições são bem dosadas entre a velocidade extrema e as partes mais trabalhadas.
No entanto, honestamente falando, eles fazem um death metal bem feito, mas como foi posto no início, permanecem no lugar comum. Não há nada de realmente excepcional nesse material, o que pode ser uma das causas de a banda não ser tão conhecida, como também mencionado aí em cima.
O CD é bem gravado, com instrumentos todos audíveis e a capa do material é meio sem graça (apesar do logotipo bacana). E só. Contudo, apesar de ser um grupo que apenas fica na média, vale, E MUITO, procurar por toda a discografia da banda. Tá dado o recado.
Anasarca – Dying
Mighty Music – 2004 - Alemanha
http://www.myspace.com/287604563
(não sei se é oficial)
Tracklist
1. Hasten Death
2. Inside My Head
3. Final Goodbye
4. Anopheles
5. Blame Myself
6. Terminal
7. Aggressive Killer
8. Complete Surrender
9. Inflammation
10. Dying
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O subgênero essencial do rock que Phil Collins rejeita: "nunca gostei dessa música"
O disco "odiado por 99,999% dos roquistas do metal" que Regis Tadeu adora
Quando Ian Anderson citou Yngwie Malmsteen como exemplo de como não se deve ser na vida
A opinião de Sylvinho Blau Blau sobre Paulo Ricardo: "Quando olha para mim, ele pensa…"
O disco de Bruce Dickinson considerado um dos melhores de metal dos anos 90 pela Metal Hammer
Para Ice-T, discos do Slayer despertam vontade de agredir as pessoas
O álbum que Regis Tadeu considera forte candidato a um dos melhores de 2026
A banda grunge de quem Kurt Cobain queria distância, e que acabou superando o Nirvana
Grammy omite Brent Hinds (Mastodon) da homenagem aos falecidos
A era do metal que Dave Mustaine odeia; "ainda bem que passou"
O músico que detestou abrir shows do Guns N' Roses no início dos anos 1990
Polêmica banda alemã compara seu membro com Eloy Casagrande
Marcelo Barbosa rebate crítica sobre Angra: Alguém pagou pelo hiato?
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
A conversa franca entre Angra e Fabio Lione que levou à saída do italiano, segundo Barbosa
Eloy Casagrande explica porque sua máscara no Slipknot possui um furo de bala na testa
O maior guitarrista da história na opinião do mestre Neil Young
Rob Halford: "Talvez eu seja o único Gay vocalista de Metal"


CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal



