Exhumed: Os mestres do death/grind/gore estão de volta!
Resenha - All Gutts, No Glory - Exhumed
Por Christiano K.O.D.A.
Fonte: Som Extremo
Postado em 24 de julho de 2011
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Finalmente! Os mestres do death/grind/gore estão de volta! A banda, que andou pegando mais leve nos últimos trabalhos, retorna pútrida com "All Gutts, No Glory".

Sem delongas, falemos das músicas. Primeiro vem a introdução (sério?) instrumental que leva o nome do álbum, e dá aquela atiçada no ouvinte, para depois vir a porradaria de "As Hammer to Anvil". Começamos muito bem. Em seguida, aparece "Your Funeral, My Feast", extremamente visceral, e com alguns riffs melódicos que acompanham o conjunto há algum tempo.
"Through Cadaver Eyes" continua o trabalho sujo, e manda uns bumbos duplos aterrorizantes, mesmo que em pequenas doses. Lá pelo meio da canção, a melodia volta a dar as caras. Ainda sim, o som prioriza o extremismo. A próxima – "Death Knell" – começa do jeito mais tradicional da banda: sanguinolenta! Ótima pedida; e segue assim até seu final. Uma das mais brutas do CD, com viradas fenomenais de bateria.
A sexta podreira é "Distorted and Twisted to Form", mais cadenciada, e nem por isso, menos avassaladora. Puta música! E tome porrada na sequência, com "I Rot Within", violentíssima. É a Exhumed em sua melhor forma. Como é bom poder dizer isso!
E "Dis-assembly Line" mantém o terremoto sem descanso. Uma mudança brusca de ritmo seguida de um belo solo dá ainda mais personalidade à canção. A nona faixa – "Necrotized" – apresenta trechos de bateria, vocal e baixo sem as guitarras. Resultado: empolgante! Mais um bom petardo dos americanos. Quase chegando ao final do trabalho, vem "Funereality", também tipicamente Exhumed. Velocidade a toda prova e bons riffs. E fechando o massacre, "So Let It Be Rotten ... So Let It Be Done" já se candidata a melhor som do disco. Um baita refrão grudento acompanhado de um instrumental irresistível, incluindo um solo e tanto. Música soberba.
Gustavo Anunciação Lenza | Luis Alberto Braga Rodrigues | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Analisando a grande obra de modo geral, o álbum está com um peso absurdo, tanto das cordas quanto dos tambores, e as composições estão mais ríspidas e diretas do que nunca. Enfeites para quê, se é isso que a Exhumed sabe fazer de melhor? Os revezamentos de vocais guturais e rasgados continuam mais impressionantes do que nunca. Os citados solos cortantes também estão lá. Aliás, o timbre de guitarra lembra algo do Deicide.
Vale falar também da excelente gravação, suja do jeito que precisava, e deixando ao mesmo tempo tudo muito bem audível. E que capa linda!!! De verdade, a montagem está muito caprichada e deixa mais evidente do que nunca a proposta da Exhumed.
A banda acertou a mão, e parece estar tocando ainda melhor e com mais fúria. Um disco matador. A violência explícita em forma de ondas sonoras vem com tudo! Definitivamente "All Gutts, No Glory" está entre os melhores da carreira!
http://www.myspace.com/exhumed
Exhumed – All Gutts, No Glory
Peaceville – 2011 – Estados Unidos
Tracklist
1. All Guts, No Glory
2. As Hammer to Anvil
3. Your Funeral, My Feast
4. Through Cadaver Eyes
5. Death Knell
6. Distorted and Twisted to Form
7. I Rot Within
8. Dis-assembly Line
9. Necrotized
10. Funereality
11. So Let It Be Rotten ... So Let It Be Done
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música de Bonnie Tyler que foi "reconstruída" e virou hino do Bon Jovi
O maior guitarrista da história para Eddie Van Halen e Slash; "meu grande herói"
Adrian Smith já "cobrou" Steve Harris por usar equipamento em show do Iron Maiden
10 músicas do metal brasileiro lançadas após 2000 que já entraram para a história
5 músicas de heavy metal que são maiores que as próprias bandas
Voz de Paul Di'Anno era "carismática", segundo Bruce Dickinson
Blaze Bayley revela seu grande sonho com Bruce Dickinson
Tarja Turunen relata plano para destruí-la depois da saída do Nightwish
A canção dos Ramones que virou um dos maiores hinos do punk
Anthrax lança "The Edge of Perfection", apontada por Scott Ian como a maior música da banda
5 hits que quando tocam no show todo fã de rock vai pegar cerveja ou ir ao banheiro
O erro que Steve Harris cometeu no primeiro show do Iron Maiden
O guitarrista que, para David Gilmour, restaurou algo que estava perdido no rock
A melhor música do Avenged Sevenfold, segundo o WatchMojo
O guitarrista que fez Ian Anderson desistir da guitarra e escolher a flauta
A música que foi escrita para "preencher espaço" e se tornou um dos maiores hinos do Metal
A banda pouco conhecida que por pouco não se tornou um grande nome do metal mundial
A excelente música da fase Blaze Bayley que o Iron Maiden nunca tocou ao vivo
Brasileiro Puukkojunkkari faz ótimo punk/hardcore extremo cantando em finlandês
A Arquitetura da Fé e da Melodia - Michael Sweet Transmite Paz em "The Master Plan"
Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos

