Charred Walls Of The Damned: mais que cópia do Iced Earth
Resenha - Charred Walls Of The Damned - Charred Walls Of The Damned
Por Felipe Kahan Bonato
Postado em 12 de agosto de 2010
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O CHARRED WALLS OF THE DAMNED é um projeto do baterista Richard Christy, que passou pelo DEATH e pelo ICED EARTH. Além dele, a banda conta com outras feras, como Tim "Ripper" Owens, o bom baixista Steve DiGiorgio e, nas guitarras, Jason Suecof, produtor do TRIVIUM. Dessa união, tem-se o álbum auto-intitulado e que se baseia em um bom e variado heavy metal.

Apesar de 3 integrantes terem passado pelo ICED EARTH, e mesmo tocando um estilo semelhante, o grupo consegue claramente se desvincular e imprimir sua personalidade em músicas bem diferentes entre si, que primam por seu peso e pelo ótimo trabalho dos integrantes. Ora a banda investe em sons mais extremos, com ótimos riffs que tendem ao death ou ao thrash e uma batera não menos intensa, ora cadencia e aborda mais um power metal mesmo.
Especificamente, "The Darkest Eyes" é uma amostra de um início matador, com um solo acelerado e um refrão grandioso, enquanto que "Manifestations" é mais sombria e extrema. A acelerada "Blood On Wood", por sua vez, reduz sua agressividade no refrão levemente animado. Já em "Fear In The Sky", um exemplo de que mesmo nos momentos mais lentos, a banda não perde o peso. Destaque também para as excelentes "Ghost Town" e "From The Abyss", que têm belas harmonias entre os instrumentos e os vocais, além da técnica e suntuosa "Voices Within Walls".
Sem dúvida, o resultado obtido em "Charred Walls Of The Damned" é resultado da experiência de seus músicos, que souberam muito bem se organizar nessa banda e criar grandes músicas. Individualmente, não é possível destacar nenhum, com todos em perfomances inspiradas e coesas. Os únicos pecado da estreia são a curta duração do disco, de 9 faixas e certa de 35 minutos, e principalmente a falta de certeza em relação a futuros trabalhos dessa grata surpresa. Ainda mais pra mim - que pessoalmente acho o ICED EARTH meio repetitivo, um álbum surpreendente e muito bom. E que venham outros assim!
Integrantes:
Tim "Ripper" Owens - Vocais
Jason Suecof - Guitarra
Steve DiGiorgio - Baixo
Richard Christy - Bateria
Faixas:
1. Ghost Town
2. From The Abyss
3. Creating Our Machine
4. Blood on Wood
5. In A World So Cruel
6. Manifestations
7. Voices Within The Walls
8. The Darkest Eyes
9. Fear In The Sky
Gravadora: Metal Blade Records
Site oficial: myspace.com/charredwallsofthedamned
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O subgênero essencial do rock que Phil Collins rejeita: "nunca gostei dessa música"
A banda grunge de quem Kurt Cobain queria distância, e que acabou superando o Nirvana
O álbum que Regis Tadeu considera forte candidato a um dos melhores de 2026
O álbum do U2 que para Bono não tem nenhuma música fraca, mas também é difícil de ouvir
Andreas Kisser participa de novo álbum do Bruce Dickinson - sem tocar guitarra
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
"Não soa como Megadeth", diz David Ellefson sobre novo álbum de sua antiga banda
Novo disco do Megadeth alcança o topo das paradas da Billboard
A história de incesto entre mãe e filho que deu origem ao maior sucesso de banda grunge
O dia que Kiko Loureiro respondeu a quem o acusou de tocar errado clássico do Megadeth
O exato momento em que Mike Portnoy soube que voltaria ao Dream Theater
A respeitosa opinião de Dave Mustaine sobre Ritchie Blackmore
O guitarrista americano que sozinho ofuscou todos os britânicos, segundo Carlos Santana
Polêmica banda alemã compara seu membro com Eloy Casagrande
A música surpreendente que "peitou" o sucesso do grunge no início dos anos 90
As músicas mais difíceis e as preferidas do Slipknot por Eloy Casagrande
A impagável reação de Paul Di'Anno ao ouvir o hit "Morango do Nordeste"
Dave Mustaine: 10 coisas que você não sabia sobre ele

CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal



