Circle II Circle: mais pesado, inspirado e sólido
Resenha - Delusions Of Grandeur - Circle II Circle
Por Rodrigo Simas
Fonte: MySpace Circle II Circle
Postado em 18 de fevereiro de 2009
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Enquanto o Savatage não volta (se é que vai voltar algum dia) seus orfãos têm que se satisfazer com as diversas bandas e projetos dos seus antigos membros. Mesmo os que consideram a Trans-Siberian Orchestra muito leve ou pomposa em demasia, o Jon Oliva’s Pain e o Circle II Circle emulam o lado mais pesado do grupo. O problema é que nenhuma delas mantém a qualidade da original.
Circle II Circle - Mais Novidades
Para muitos Zak Stevens foi a voz mais marcante do Savatage e – independente da sua opinião – conseguiu seu espaço na história do grupo com trabalhos marcantes como os clássicos Edge Of Thorns (1993) e The Wake Of Magellan (1998). Com o Circle II Circle o vocalista se manteve fiél as raízes e apostou em um heavy metal clássico, com toques oitentistas, alguns riffs thrash com pegada mais moderna e seus sempre poderosos e emocionais vocais.
"Delusions Of Grandeur" é o quarto trabalho do grupo e mostra uma evolução latente em comparação aos seus antecessores. Bem mais pesado, inspirado e com composições mais sólidas, ele vai acertar em cheio o gosto dos fãs que se identificam com a veia mais power-metal da sua música.
A produção é bem crua, com os intrumentos na cara e arranjos mais diretos, dando espaço para as melodias cativantes, refrãos marcantes e riffs certeiros. As faixas se dividem em baladas guiadas pela interpretação marcante de Zak e porradas no melhor estilo "Tauting Cobras" (do ótimo "Handful Of Rain", de 1994), mas não mostram muita diversidade e não surpreendem em nenhum momento, se mantendo em uma área de conforto que pode chatear os ouvintes mais exigentes.
Enquanto a bela "Echoes" (talvez a melhor do CD) mostra quão bom Zak realmente é, as pesadas "Fatal Warning", "Dead Of Dawn" e "Waiting" destacam as qualidades do Circle II Circle como banda, mas é a última "Every Last Thing" que consegue agregar todas as melhores qualidades de "Delusions Of Grandeur" e reuní-las em uma única faixa. Um bom trabalho, que vai agradar os fãs da banda e pode servir como um remédio paleativo para quem ainda aguarda um improvável retorno do Savatage.
Outras resenhas de Delusions Of Grandeur - Circle II Circle
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O maior álbum grunge para muitos, e que é o preferido de Eddie Vedder
Anika Nilles conta como se adaptou ao estilo de Neil Peart no Rush
Andreas Kisser fala sobre planos para o pós-Sepultura e novo EP
"Dias do vinil estão contados", diz site que aposta no CD como o futuro
Os artistas que passaram toda carreira sem fazer um único show, segundo Regis Tadeu
A banda dos anos 80 que Pete Townshend trocaria por 150 Def Leppards
Led Zeppelin: as 20 melhores músicas da banda em um ranking autoral comentado
A banda iniciante de heavy metal que tem como objetivo ser o novo Iron Maiden
Dream Theater inicia tour latino-americana com show no México; confira setlist
Clássico do Kansas viraliza após esquete com Jack Black no Saturday Night Live
Andreas Kisser relembra quando foi chamado de vagabundo por tocar no Sepultura
Anos após ser atacada por morcego, vocalista do The Pretty Reckless é picada por aranha
A frase profética (e triste) dita por Bon Scott após show no lendário CBGB
25 hits do rock lançados nos anos 90 que superaram 1 bilhão de plays no Spotify
Pink Floyd anuncia a coletânea "8-Tracks", que inclui versão estendida de "Pigs On The Wing"
David Coverdale revela a sua canção preferida; "É a música de Rock perfeita"
Roberto Medina explica porque o Rock está cada vez diminuindo mais no Rock in Rio
White Metal: 10 bandas do estilo que merecem respeito

Moonspell atinge o ápice no maravilhoso "Opus Diabolicum - The Orchestral Live Show"
Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



