Resenha - Lust Stained Despair - Poisonblack
Por Rafael Carnovale
Postado em 18 de janeiro de 2007
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Com o fim do Sentenced, sobra tempo para o vocalista Ville Laihiala se dedicar a seu ex-projeto paralelo (agora banda oficial) Poisonblack, iniciado apenas para que o vocalista (que aqui inicialmente cuidava apenas das guitarras) pudesse extravasar seus anseios musicais. Mas após o bom "Escapexstacy" (2003), a banda sofreu baixas em sua formação, a mais significativa sendo a saída do vocalista J.P. Leppaluoto (segundo Ville apenas um vocalista contratado para gravar o CD). Mas o líder do Poisonblack não se fez de rogado e voltou a assumir o vocal, coisa que já fazia no Sentenced.

Com isso temos o CD mais Sentenced do Poisonblack, superior a seu antecessor nas comparações a ex-banda de seu líder, fato que os primeiros acordes de "Nothing Else Remains" irão escancarar. Apesar disso, a banda incorpora bons elementos do heavy metal em seu gothic-metal na boa "Hollow Be My Name", enquanto que "The Darkest Lie" poderia ser gravada pelo Depeche Mode em seus dias mais inspirados. O som mais gótico de "Escapextacy" aparece com vigor em "Nail" e "Soul In Flames".
O único senão do CD fica para a inconstância. Enquanto "Raivotar" soa agradável e assimilável a nossos ouvidos, "Never Enough" soa forçada ao trazer o heavy metal de volta misturado ao som gótico da banda, fato que se repete em "Love Controlled Despair" e em "The Living Dead". Soa como se Ville estivesse recriando o Sentenced, com outro nome, e foge totalmente a proposta inicial de sua banda.
Não é um bom CD. Ville ainda não acertou a mão em compor PARA o Poisonblack. Vale uma conferida, mas prefiro esperar o próximo trabalho da banda.
Formação:
Ville Laihiala – Vocais/Guitarras
Tarmo Kanerva – Bateria
Marco Sneck – Teclados
Antti Remes – Baixo
Janne Markus – Guitarras
Faixas:
"Nothing Else Remains"
"Hollow Be My Name"
"Rush"
"Nail"
"Raivotar"
"Soul In Flames"
"Pain Becomes Me"
"Never Enough"
"Love Controlled Despair"
"The Living Dead"
Metal Maximum - 2006 (NACIONAL)
Site Oficial: http://www.poisonblack.com
Outras resenhas de Lust Stained Despair - Poisonblack
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O lendário álbum dos anos 1970 que envelheceu mal, segundo Regis Tadeu
Bruce Dickinson sobe ao palco com o Smith/Kotzen em Londres
As 11 melhores bandas de metalcore progressivo de todos os tempos, segundo a Loudwire
A música mais ouvida de cada álbum do Megadeth no Spotify
Angela Gossow afirma que cogitou retornar ao Arch Enemy
A maior canção de amor já escrita em todos os tempos, segundo Noel Gallagher
Slash aponta as músicas que fizeram o Guns N' Roses "rachar" em sua fase áurea
Ex-Engenheiros do Hawaii, Augusto Licks retoma clássicos da fase áurea em nova turnê
Churrasco do Angra reúne Edu Falaschi, Rafael Bittencourt, Kiko Loureiro, Fabio Lione e mais
Max Cavalera celebra 30 anos de "Roots" com dedicatória especial a Gloria Cavalera
A música dos Beatles que ganhou elogios de George Martin; "uma pequena ópera"
Nenhuma música ruim em toda vida? O elogio que Bob Dylan não costuma fazer por aí
10 clássicos do rock que soam ótimos, até você prestar atenção na letra
Edu Falaschi e Rafael Bittencourt surgem juntos em novo vídeo e marcam data do Amplifica
Youtuber viraliza ao eleger o melhor guitarrista de cada década - e internet não perdoa
A lei imposta por facção criminosa que o corajoso Kiko Loureiro desafiou para gravar álbum
Metallica: por que 9 entre 10 fãs odeiam "Load" e "Reload"?
Angus Young revela qual é a música do AC/DC que mais o lembra de Malcolm Young



"Ritual" e o espetáculo sensorial que marcou a história do metal nacional
Blasfemador entrega speed/black agressivo e rápido no bom "Malleus Maleficarum"
Tierramystica - Um panegírico a "Trinity"
GaiaBeta - uma grata revelação da cena nacional
Before The Dawn retorna com muito death metal melódico em "Cold Flare Eternal"
CPM 22: "Suor e Sacrifício", o álbum mais Hardcore da banda
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal



