Resenha - Music for the Recently Deceased - I Killed the Prom Queen
Por Colaborador AE
Postado em 10 de dezembro de 2006
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Uma surpresa bacana ouvir outra banda australiana, depois que nunca mais ouvi falar do Enter VI. Apesar do ‘lookzinho’ EMO dos rapazes (sim! sim! jogando lenha na fogueira!), o som executado pelos australianos do I Killed the Prom Queen (trad.: Eu matei a rainha da formatura) não se assemelha em nada ao estilinho fadado ao esquecimento. O título que eles receberam da gravadora foi o de "Metal-Core". Ao menos um dos caras teve o bom gosto de fazer a sessão de fotos com uma camisa do SOILWORK e, a partir daí, já começamos a observar a influência da banda.

Ainda que passando um pouco longe do Soilwork, apesar de certas semelhanças em uma passagem ou outra das músicas, o I Killed the Prom Queen ganha certa identidade e originalidade. Não significa que alterar gritos gulturais com vozes no meio tempo mais suaves e aveludadas seja a coisa mais original hoje em dia, pois de uns cinco anos pra cá o que apareceu de bandas fadadas ao melhor estilo "Gothemburg Sound" (também praticadas por bandas do porte de In Flames, Soilwork, Lamb of God, Darkane...), não é brincadeira. Entretanto, o estilo ainda é muito bem visto no mundo todo, e isso auxilia ainda mais a proliferar bandas como I Killed the Prom Queen compondo álbuns primorosos como este "Music for the Recently Deceased".
São músicas acaloradas de desgraceiras da vida moderna, tudo visto duma maneira bem pessimista. Rá! Achamos então a influência EMO? Não muito. Os caras têm letras bem criativas e nos presenteiam com músicas primorosas como a pesadíssima "Say Goodbye", "Your Shirt Would Look Better With a Columbian Neck-tie" e a minha favorita, "Like Nails to A Casket". Esta última me lembrou muito o Coldseed, atual projeto do ex-Blind Guardian Thomen Stauch, com o vocalista do Soilwork Björn "Speed" Strid.
O encarte. Ah! Como gosto de ver um encarte bem feito, e isso sempre vou ressaltar aqui. Isso é o que me mantém a vontade de comprar CDs.
Track-list:
1. Sharks in Your Mouth
2. Say Goodbye
3. €666
4. Your Shirt Would Look Better With a Columbian Neck-tie
5. The Deepest Sleep
6. Bet it All On Black
7. Headfirst From a Hangman´s Noose
8. Sleepless Nights and City Lights
9. Slain Upon My Faithful Sword
10. Like Nails to A Casket
11. There Will be no Violins When you Die
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
O guitarrista que Angus Young acha superestimado; "nunca entendi a babação"
Fãs mostravam o dedo do meio quando o Faith No More tocava "Easy" ao vivo
Os 5 melhores álbuns de todos os tempos, segundo Duff McKagan do Guns N' Roses
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
O megahit do Capital Inicial que, analisando bem a letra, não faz tanto sentido
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
A melhor fase da história do Megadeth de todos os tempos, segundo Dave Mustaine
35 shows internacionais de rock e metal para ver no Brasil agora em fevereiro
A música do Megadeth que James Hetfield curte, segundo Dave Mustaine
Dave Mustaine não queria que Megadeth encerrasse atividades, mas reconhece dificuldades
Skid Row deve anunciar novo vocalista ainda este ano, revela Rachel Bolan
"Slave Machine" é o novo single e o novo álbum da Nervosa
Embalado pelo seu derradeiro disco, Megadeth lança linha de cervejas personalizadas
O álbum do Rush que Derrick Green mais gosta (e o que mais odeia)
A lenda do rock de quem Alceu Valença só curte os primeiros discos: "Os outros são uma merda"
Como Beatles transformou xingamento a Mick Jagger em nome de álbum clássico da banda


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



