Resenha - Colours - NEXX
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 06 de julho de 2005
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Nexx se originou na cidade de Madri em 2000, sendo que nos últimos tempos vinha tendo ótimas avaliações pelas suas apresentações ao vivo, chamando tanta atenção que foi convidado a fazer parte do cast do selo inglês Now & Then, o que permitiu ao conjunto debutar em grande estilo com este "Colours" em 2003, que agora está chegando ao mercado brasileiro.

Em sua formação estão Patricia Tapia (voz), Bernardo Llobregat (guitarra), Jose A. De La Banda (baixo), Francisco J. Rodriguez (teclados) e Oscar Pérez (bateria), todos grandes músicos que souberam colocar ótimos momentos nas doze canções deste registro, tornando sua audição bastante prazerosa.
As referências do hard rock melódico e AOR oitentista são inúmeras, porém estão misturadas de maneira tão convincente que resultaram em um trabalho que atingiu um nível bastante pessoal. A competência da vocalista Patrícia mostra facilmente que ela não está lá só porque o Nexx quis uma mulher à frente da banda; ela canta muito bem, de maneira clara e apaixonada suas bonitas letras. Outro destaque é o versátil guitarrista Bernardo, que domina seu instrumento tanto nos momentos com mais de peso como nas canções com andamento swingado ou lento.
Todas as canções de "Colours" são dignas de atenção, trazendo em suas estruturas as linhas de guitarras com teclados misturados de maneira eficaz, porém "Get Fire", com seu ótimo trabalho nas seis cordas e refrão marcante merece relevância. "Arches Of Faith" e "Wake Up" mostram o quanto Patrícia tem uma voz interessante e uma banda inspirada em suas composições. E este disco não poderia fechar de maneira diferente: "40 Days & 40 Nights" é a curta balada orientada pelo piano onde a cantora prima pela emoção.
Se você aprecia aquela música acessível, quase pop, na linha dos melhores momentos Heart, Jouney e similares, não deixe de conferir as belas harmonias que "Colours" apresenta. Haverá grandes chances dos espanhóis do Nexx irem parar em sua prateleira e o CD não parar de rolar no aparelho...
NEXX – Colours
(2003/Now & Then – 2005/Hellion Records)
01. Arches Of Faith
02. Remember
03. Get Fire
04. Indifference
05. Sitting There
06. Wake Up
07. After The Storm
08. In A Blue Moon
09. One More Day
10. Good Time Comes
11. If You Could Read My Mind
12. 40 Days & 40 Nights
Homepage: www.webnexx.com
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O rockstar dos anos 1980 que James Hetfield odeia: "Falso e pretensioso, pose de astro"
O melhor cantor do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
Foto junta Slash, Duff e Sharon Osbourne, e puxa o fio do tributo a Ozzy no Grammy 2026
O melhor disco de thrash metal de cada ano da década de 90, segundo o Loudwire
Playlist - Os melhores covers gravados por 11 grandes bandas do thrash metal
A banda clássica dos anos 60 que Mick Jagger disse que odiava ouvir: "o som me irrita"
Para Lars Ulrich, o que tornava o Slayer interessante era seu extremismo
Richie Sambora acusa Jon Bon Jovi de sabotar sua carreira solo para forçá-lo a voltar
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
O ex-integrante do Megadeth com quem Dave Mustaine gostaria de ter mantido contato
A música feita na base do "desespero" que se tornou um dos maiores hits do Judas Priest
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
A história de incesto entre mãe e filho que deu origem ao maior sucesso de banda grunge
Metallica: músicos regravam o St. Anger "da forma correta" - ouça
Porta dos Fundos: Andreas Kisser e a cobrança dos metaleiros
O megahit do Iron Maiden que não representa o som da banda, segundo Steve Harris


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



