Resenha - Documents Of Doom - Candlemass

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Por Thiago Sarkis
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Nota: 9

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A volta do Candlemass tem sim o lado comercial, é óbvio. Os caras vão vender tudo o que for possível agora. De camisetas a meias usadas por Mats Bjorkman nas primeiras aparições da banda, antes de assinarem contrato com gravadora, tocando em concursos suecos para promover novos conjuntos (que exagero! Também não é assim). Não há problema nisso, desde que você encontre um material de alta qualidade como “Documents Of Doom”.
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O DVD duplo traz num disco, “Live At Fryhuset”, famoso espetáculo dos reis do doom realizado e gravado no ano de 1990 em Estocolmo. No outro, temos “Documentary Of Doom”, o qual, além de já mostrar material proveniente da reunião de 2002, ainda contém cenas e trechos de coisas históricas e fantásticas comentadas pelos próprios membros do grupo, como por exemplo, recordações da primeira apresentação de 1987, e do Dynamo Open Air de 1988.

É raridade pra fã nenhum pôr defeito. Porém, o máximo aqui vem mesmo do ao vivo. Aliás, este show é o mesmo que acarretou no “Candlemass Live” de 1990. E essa banda no palco não é mole. A energia que passam é algo de incrível. Quem estava lá com certeza curtiu cada momento dos clássicos. Contudo, aqueles que vão ter que se contentar só pela telinha não precisam se chatear, visto que as cacetadas de “Bewitched”, “Mirror Mirror”, “A Sorcerer’s Pledge”, entre outros, contagiam independentemente da via como são apresentadas. Com a formação original então, nem se fala.

A gravação é simples e direta. E deve ser assim mesmo. DVD ao vivo é pra checar performance, não pra assistir a vídeo clips ultra produzidos.

Os riffs marcados (e marcantes), de condução exata e característica; a oportunidade de acompanhar o legendário Messiah Marcolin com suas caricatas expressões e movimentos, e seu cantar único; e ‘otras cositas más’, deixam a TV ligada por um bom tempo e as repetições ocorrendo instantaneamente.

Eles seguem vibrantes e retornam VIVOS - diferentes de tantas outras bandas - e com interesses econômicos claros também, porque não? Podem parar novamente amanhã, mas já deixaram o bom que é o respeito pelos fãs explicitados em ambos os discos, e a sinceridade que evitou os tradicionais qüiproquós em reuniões de grandes expoentes como o Candlemass.

Site Oficial – http://www.candlemass.net

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Sobre Thiago Sarkis

Thiago Sarkis: Colaborador do Whiplash!, iniciou sua trajetória no Rock ainda novo, convivendo com a explosão da cena nacional. Partiu então para Van Halen, Metallica, Dire Straits, Megadeth. Começou a redigir no próprio Whiplash! e tornou-se, posteriormente, correspondente internacional das revistas RSJ (Índia - foto ao lado), Popular 1 (Espanha), Spark (República Tcheca), PainKiller (China), Rock Hard (Grécia), Rock Express (ex-Iugoslávia), entre outras. Teve seus textos veiculados em 35 países e, no Brasil, escreveu para Comando Rock, Disconnected, [] Zero, Roadie Crew, Valhalla.

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