Resenha - Mass Illusion - Mass Illusion
Por Leandro Testa
Postado em 19 de março de 2003
A semelhança com o Korzus pararia no nome "Mass Illusion", caso esta demo não tivesse sido beneficiada com a impressionante produção de ninguém menos que Heros Trench, guitarrista dos thrashers paulistas, e também se um outro fator de extrema importância não estivesse aqui presente: a vontade de crescer, mesmo colocando à revenda um produto, por enquanto, "pré-fabricado".


"Por enquanto?!? Pré-fabricado?" Sim, pois apesar da carência de originalidade, trata-se de um excelente registro, e não dá pra negar que a banda tenha jeito pro negócio. Boa parte deles vem estudando e se empenhando mais e mais, prova disso são os comentários que já começam a surgir acerca das músicas novas, sendo duas delas intituladas "Symphony of the Rotten" e "New World Order", que há quem diga serem bem mais violentas do que as aqui apresentadas.
De fato, se a próxima investida vir acrescida de um peso ainda maior, e acima de tudo inovação, as gravadoras já podem ir sondando este quinteto, pois acredito que uma atenção neste porte também seja essencial para a fabricação sonora, além de obviamente proporcionar-lhes certa divulgação e um crescimento mercadológico, assim, proporcional. Bem, mas se o ouvinte crê no metal vigoroso, e acha que muito do que aparece hoje em dia é cheio de frescuras, então voltar um pouco no tempo não faz mal a ninguém, além do que nós precisamos disso mesmo...

"Cruel War" (4:18) assemelha-se em parte ao material dos canadenses do Reckon With One, porém muito menos ousado, já que lembra também o Winter’s Bane pós-Ripper Owens. É nela que, antes da engrenada, há um excerto da marcação instrumental de "Master of Puppets", apenas como influência, não chegando nem perto a atingir o mesmo nível de pancadaria, assim como acontece com o Pantera, fase Cowboys from Hell.
"The Evil’s Seed" (3:48) segue praticamente a mesma linha da anterior, e evidencia as limitações do agressivo vocalista que pode ser considerado apenas como "básico", a despeito de combinar com o estilo seguido. O curtíssimo interlúdio que a segue (0:49), peca por ter um riff seco e mal encaixado logo em seu começo, além de um dedilhado pra lá de manjado, que, por esses motivos não seria lá muito aconselhável incluí-lo como introdução num futuro ‘full-lenght’.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | A última, "Night Rider" (3:22), afasta-se do heavy tradicional e se volta à energia do Power pulsante, remetendo de leve à "Queen of the Reich" (EP Queensryche), sendo, da metade pra frente, Maiden puro, com solos e duetos invejáveis. Aliás, são justamente estes os pontos de destaque desta estréia, os trinta segundos de delírio por parte dos guitarristas, que permeiam a obra com maestria. Parabéns mesmo aos criadores disso tudo...
O fato é que não obstante à gravação bem-sucedida, a energia expelida pelo grupo parece funcionar muito melhor ‘ao vivo’, porque potencial eles tem e isso eles devem saber explorar bem em cima dum palco...
Lançado em meados de 2002.
Formação (março/2001):
Anderson Costa (contrabaixo)
Eliton Volponi (guitarra)
Carlos Furtado (vocal)
Anderson Gonzaga (guitarra)
André Gonzaga (bateria)

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