Resenha - Live at Benaroya Hall - Pearl Jam

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Por Raphael Crespo
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Ao longo de seus 14 anos de carreira, que começaram na explosão do grunge, no início dos anos 90, o Pearl Jam sempre foi conhecido pela energia nos discos e shows, pelo engajamento político e por parecer ter uma certa fixação por lançar discos ao vivo. Nada mais Pearl Jam, portanto, do que o registro de uma apresentação em sua terra natal com parte dos lucros da venda revertidos para a entidade beneficente YouthCare.

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Além disso, Live at Benaroya Hall - October 22, 2003 é a primeira gravação acústica da banda de Seattle, que chegou a fazer um MTV Unplugged, há 12 anos, mas o show não foi lançado.

Atrativos não faltam para os fãs de Pearl Jam, mas podem faltar para aqueles que não conhecem a banda mais a fundo. Por ser um trabalho acústico, verdadeiros hinos do grunge, como Alive, Even Flow e Once, todas do primeiro álbum (Ten), ficaram de fora, assim como outras que mais tarde tocaram até cansar nas rádios, como Last kiss e I am mine.

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O set list é um pouco obscuro e conta com alguns lados B, além de músicas que nunca entraram em discos oficiais do Pearl Jam, como Man of the hour, Fatal, Down e Dead Man. Mesmo assim, alguns hits estão presentes no show de mais de duas horas, dividido em dois CDs, como Black, Daughter, Immortality e Nothing as it seems, que ganharam belas versões. Esta última, inclusive, conta com a única intervenção da guitarra elétrica no álbum, com um belo solo.

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Completanto as interessantes esquisitices, Live at Benaroya Hall é composto ainda de alguns covers, como Masters of war, de Bob Dylan; a irreconhecível I believe in miracles, do Ramones; 25 minutes to go, de Shel Silverstein, imortalizada na versão de Johnny Cash; e Crazy Mary, de Victoria Williams.

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Sobre Raphael Crespo

Raphael Crespo é jornalista, carioca, tem 25 anos, e sempre trabalhou na área esportiva, com passagens pelo jornal LANCE! e pelo LANCENET!. Atualmente, é editor de esportes do JB Online, mas seu gosto por heavy metal o levou a colaborar com a seção de musicalidade do site do Jornal do Brasil, com críticas de CDs e algumas matérias especiais, que também estão reunidas em seu blog (http://www.reviews.blogger.com.br). Sua preferência é pelo thrash metal oitentista, mas qualquer coisa em termos de som pesado é só levantar na área que ele mata no peito e chuta. Gosta também de outros tipos de som, como MPB, jazz e blues, mas só se atreve a escrever sobre o que conhece melhor: o metal.

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